TRETA GIGANTE! Agência investiga SAF e PROÍBE Vasco de ter relações com Palmeiras e Crefisa!

BOMBA! Agência investiga venda da SAF, aponta conflito com Leila Pereira e proíbe o Vasco de negociar com Palmeiras e Crefisa. Entenda a treta!

Marcos Lamacchia (no canto direito) posa para foto com Leila Pereira no estádio do Palmeiras — Foto: Reprodução/ge TV

Pode isso, Arnaldo? Agência bota lupa na SAF do Vascão e congela tudo!

Quando a gente pensa que vai ter um minuto de paz, vem mais uma bomba. A torcida vascaína mal teve tempo de respirar e já tem mais um capítulo na nossa interminável novela. Desta vez, o problema vem de fora das quatro linhas e atende pelo nome de Anresf (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol), que decidiu simplesmente botar uma lupa gigante na venda da nossa SAF.

A notícia caiu como um balde de água fria nesta quarta-feira (26). A agência abriu um procedimento para investigar a venda da SAF do Gigante da Colina para o grupo liderado pelo empresário Marcos Lamacchia. O motivo? A ligação familiar dele com ninguém menos que Leila Pereira, a presidente do nosso rival Palmeiras e dona da Crefisa. É mole ou quer mais?

A ligação perigosa: por que Palmeiras e Leila Pereira estão no meio?

Vamos desenhar para o torcedor entender o tamanho do imbróglio. Marcos Lamacchia é enteado de Leila Pereira. Sim, a mesma Leila que comanda o clube paulista e a financeira Crefisa. O pai dele, José Lamacchia, é marido da presidente do Palmeiras. E aí que mora o perigo, segundo a Anresf.

Existe uma regra no Fair Play Financeiro da CBF que é bem clara: um mesmo grupo, pessoa ou família não pode ter controle ou exercer influência sobre mais de um clube. A ideia é evitar conflito de interesses, manipulação de resultados e outras coisas que a gente já está cansado de ver no futebol brasileiro. A investigação quer saber se essa venda para o enteado da presidente de um rival direto não seria uma violação dessa regra.

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A Segunda Turma de Julgamento da Anresf não está para brincadeira e quer analisar tudo nos mínimos detalhes, inclusive documentos que o próprio Vasco apresentou sobre a proposta de investimento. A questão é: essa proximidade familiar pode configurar uma influência indevida no nosso Vascão? É isso que eles querem descobrir.

Consequências imediatas: Vasco AMARRADO e proibido de negociar

Enquanto a poeira não baixa, a Anresf já soltou uma medida cautelar que, na prática, amarra as mãos do Vasco. É uma ordem que vale durante toda a apuração e que proíbe qualquer tipo de relação comercial entre o Cruzmaltino, o Palmeiras e a Crefipar (o conglomerado financeiro da Leila).

O que isso significa na vida real? É simples e doloroso:

  • Nada de jogadores: O Vasco está PROIBIDO de negociar jogadores com o Palmeiras. Nem compra, nem venda, nem empréstimo, nem de graça! A porta fechou completamente.
  • Sem compartilhamento: Também fica vetado o compartilhamento de estruturas, profissionais ou qualquer tipo de informação considerada sensível entre os dois clubes.
  • Torneira da Crefisa fechada: O Gigante da Colina também não poderá pegar nenhum empréstimo com a Crefisa enquanto a investigação durar.

Essa última parte é especialmente delicada. A Crefisa não só já teve relações financeiras com o Vasco no passado, como também aparece como garantidora no acordo de investimento que o clube assinou com o grupo de Lamacchia. Ou seja, a empresa que garante o negócio é da mãe do cara que está comprando e presidente de um clube rival. É uma salada de frutas que só o futebol brasileiro proporciona.

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Um passado de R$ 80 milhões e um futuro em xeque

Para quem não se lembra ou é novo na saga vascaína, essa relação com a Crefisa não é de hoje. A instituição financeira de Leila Pereira já chegou a emprestar R$ 80 milhões ao clube em um momento de aperto. Agora, essa mesma empresa está no centro de uma investigação que pode melar o futuro da nossa SAF.

É importante frisar: a Anresf ainda não bateu o martelo. Ninguém está dizendo que houve crime ou irregularidade. O procedimento foi recém-aberto e serve justamente para analisar a fundo toda a operação. Mas, para o povo cruzmaltino, que só quer ver o time do povo se reerguer, a notícia gera uma instabilidade que a gente não precisava.

A gente torce, a gente sofre, a gente vibra, e quando parece que as coisas vão entrar nos eixos, surge um obstáculo burocrático que nos joga de volta na incerteza. Só nos resta aguardar os próximos capítulos dessa investigação e torcer para que o Vasco da Gama saia mais forte. Mas que cansa, ah, isso cansa. Seguiremos de olho, como sempre, porque ser vascaíno é nunca abandonar, nem na glória, nem na burocracia.