AGORA VAI? Justiça publica edital e abre caminho para Lamacchia injetar R$ 500 MILHÕES no Vasco!

AGORA VAI? Justiça publica edital da SAF do Vasco e abre caminho para plano de Marcos Lamacchia, que prevê R$ 500 milhões só para o futebol!

Vista geral de São Januário, estádio do Vasco. — Foto: Matheus Lima/Vasco

O martelo foi batido: a corrida pelo futuro do Vasco começou!

Acabou a agonia da espera, torcida vascaína! A Justiça finalmente publicou o edital que vai ditar os rumos da venda da nossa amada SAF. É o documento que a gente tanto esperava, aquele que coloca preto no branco como será a disputa para decidir quem vai comandar o futebol do Gigante da Colina. A partir de agora, a coisa é séria e oficial: a briga pelo controle do Vascão está aberta.

Nesta sexta-feira (28), o que era especulação virou processo. O edital regulamenta a venda da UPI Equity, que corresponde a nada menos que 90% do capital social da nossa SAF. Isso significa que a proposta feita por Marcos Lamacchia, o primeiro a colocar a cara a tapa e formalizar o interesse, agora serve como o lance mínimo. O jogo começou, e outros interessados podem entrar na disputa.

R$ 500 milhões SÓ para o futebol: a proposta de Lamacchia na mesa

Vamos ao que interessa: o dinheiro. A proposta de referência, apresentada por Lamacchia, estabelece um piso claro para quem quiser ser o novo dono do nosso futebol. O futuro controlador terá que injetar R$ 500 milhões destinados EXCLUSIVAMENTE ao departamento de futebol. É grana para elenco, para contratações de peso, para comissão técnica de primeira linha.

E não é dinheiro de uma vez só, para não virar bagunça. O investimento será feito em cinco parcelas anuais de R$ 100 milhões, todas corrigidas pelo INPC. O mais importante, e que todo vascaíno precisa saber: essa verba é sagrada. O edital proíbe que esse meio bilhão de reais seja usado para pagar ou amortizar dívidas antigas. É dinheiro novo para fazer o Vascão voltar a ser protagonista dentro de campo.

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Adeus à dívida com a Crefisa e mais garantias para o Gigante

Outro ponto crucial que traz um alívio danado é a solução para o financiamento DIP concedido pelo Banco Crefisa. Aquele valor de aproximadamente R$ 80 milhões líquidos será convertido em capital social. Na prática, a obrigação será quitada, tirando mais um peso das costas do nosso clube.

Mas as responsabilidades não param por aí. Quem assumir o controle do Almirante terá que garantir os recursos para cumprir todas as obrigações da nossa Recuperação Judicial. Isso inclui os credores, os impostos e todas as outras dívidas que tanto assombram o nosso dia a dia. É a garantia de que o novo controlador não vai chegar para brincar de ser dono de time de futebol.

Investimento pesado na nossa casa e na nossa base

Se o time é a alma, a estrutura é o corpo. E o edital pensa nisso. Estão previstos R$ 120 milhões em investimentos no nosso Centro de Treinamento ao longo de dez anos. É a promessa de dar aos nossos profissionais a estrutura que a grandeza do Vasco exige.

E a nossa fábrica de craques? A base, que sempre foi nosso orgulho, não foi esquecida. Serão destinados R$ 30 milhões para a estrutura das categorias de base num prazo de dois anos. É o investimento necessário para que São Januário continue revelando talentos para o Brasil e o mundo.

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Além disso, o documento prevê a busca por até R$ 150 milhões, em dez anos, através de projetos de incentivo fiscal. É usar a inteligência para captar ainda mais recursos para o clube associativo, fortalecendo o Vasco como um todo.

Tolerância zero com amadorismo: o futuro está protegido

Para o povo cruzmaltino, que já sofreu demais com gestões irresponsáveis, as garantias do edital são um bálsamo. O novo controlador será obrigado a manter o equilíbrio financeiro da SAF nos primeiros cinco anos. Se a receita não cobrir os custos, ele terá que tirar do próprio bolso para complementar o caixa, sem desculpas.

A mesma regra vale para os compromissos da Recuperação Judicial e os investimentos previstos. Se faltar dinheiro, o controlador aporta mais. E o melhor: esses aportes adicionais não podem gerar diluição acionária, ou seja, não podem ser usados como desculpa para aumentar a própria participação na empresa. A proteção ao nosso patrimônio é clara.

O processo está só começando. Outros grupos podem aparecer. Mas, pela primeira vez em muito tempo, temos um caminho, regras claras e cifras que impõem respeito. A proposta de Lamacchia, com suas garantias pessoais, mostra a seriedade do momento. A esperança, aquela que nunca morre no peito do vascaíno, ganha contornos de realidade. O Gigante está se preparando para acordar de vez. Vamos, Vascão!