ENFIM, A VITÓRIA! Vasco de Pedro Emanuel amassa o Cruzeiro, respira e mostra a força do Gigante!

Enfim, a vitória que a gente tanto esperava! O Gigante da Colina bateu o Cruzeiro por 3 a 1 em São Januário e dorme fora do Z-4. Que alívio, nação!

David e Pedro Emanuel, Vasco — Foto: Matheus Lima/Vasco

A gente sofre, a gente luta, a gente nunca abandona. E hoje, o Caldeirão de São Januário ferveu para nos dar o que a gente tanto merecia: a vitória! Finalmente, sob o comando de Pedro Emanuel, o Vascão conquistou seu primeiro triunfo no Brasileirão, um 3 a 1 pra lavar a alma contra o Cruzeiro. O resultado? O Gigante da Colina dorme fora da maldita zona de rebaixamento e a gente, povo cruzmaltino, pode respirar um pouco mais aliviado.

Não foi só uma vitória, foi a confirmação de que o trabalho está sendo feito. Foi a materialização da raça vascaína que a gente via em campo, mas que teimava em não se converter em três pontos.

A VITÓRIA QUE JÁ ESTAVA MADURA

Vamos ser sinceros: essa vitória não caiu do céu. Ela já vinha batendo na porta. Quem acompanhou os últimos jogos viu um Vasco com mais volume, mais organizado, amassando adversários como Bahia e Santos, e fazendo um primeiro tempo de igual para igual contra o Palmeiras. Faltava a bola entrar, faltava a sorte sorrir para o nosso lado.

Ah, mas o Cruzeiro veio com time reserva? Sim, e isso precisa ser dito. Mas quem se importa? O problema era nosso, e a solução tinha que vir de nós. A equipe de Pedro Emanuel fez uma partida coletiva que beirou a perfeição, mostrando que o foco estava em resolver a nossa vida, não em quem estava do outro lado. E foi isso que fizemos.

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O GOL QUE LAVOU A ALMA DE TCHÊ TCHÊ (E DA GENTE!)

Sabe aquele peso nas costas? Aquela ansiedade que consome a cada chance perdida? Ele começou a ir embora quando Tchê Tchê mandou a bola para as redes. E que momento! O cara estava há quase cinco meses sem marcar, muitas vezes alvo de críticas (algumas justas, outras nem tanto), e fez o gol que abriu a porteira.

Esse gol não foi só dele. Foi de todo o time, de toda a torcida que empurrava sem parar. Nos últimos jogos, a gente criava, empilhava chances, mas a bola não entrava. A ineficácia lá na frente nos castigava, abria espaço para o adversário e, invariavelmente, a gente levava o gol. Hoje não. Hoje a história foi diferente.

Antes mesmo do gol, o Vascão já era dono do jogo. Adson perdeu uma chance daquelas, de cabeça, quase na pequena área, que fez o coração parar. Mas Otávio, o goleiro deles, estava em noite inspirada e salvou o Cruzeiro, terminando o primeiro tempo como o melhor em campo para eles. Sinal de que o nosso volume de jogo era imenso.

DOMÍNIO CRUZMALTINO E MEIO-CAMPO DE GUERREIROS

Na volta para o segundo tempo, o cenário seguiu o mesmo: um Vasco dominante e um Cruzeiro perdido em campo. O nosso meio-campo foi um espetáculo à parte. Thiago Mendes e Tchê Tchê ditaram o ritmo, mas palmas para Sosa! O argentino foi um monstro na proteção da zaga, com antecipações precisas e um jogo físico que impôs respeito. Um verdadeiro leão.

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Nossa zaga também esteve segura, controlando as tentativas de bola em profundidade do time mineiro, que mal conseguia furar nosso bloqueio. A tranquilidade veio de vez quando Lucas Freitas ampliou o placar, coroando a superioridade do Gigante na partida.

O técnico deles, Artur Jorge, ainda tentou mudar o jogo com suas substituições, principalmente com a entrada de Matheus Pereira. O time mineiro até equilibrou um pouco as ações, mas sem assustar de verdade o nosso paredão Léo Jardim. O controle era nosso.

CANSAÇO BATENDO, MAS O GIGANTE NÃO SE ENTREGA

O terceiro gol veio com David, para sacramentar a vitória e explodir de vez o Caldeirão. A sensação era de que cabia mais! Se não fosse o cansaço visível, a gente teria aplicado uma goleada ainda maior. O desgaste era nítido, reflexo da batalha de quarta-feira pela Copa do Brasil contra o Vitória, onde jogamos com um a menos por quase 80 minutos.

Jogadores como Colidio, Thiago Mendes e o próprio Sosa sentiram o peso da sequência e precisaram ser substituídos. Era o corpo pedindo arrego, mas a alma querendo mais. No apagar das luzes, Felipe Morais ainda descontou para eles, dando números finais ao placar de 3 a 1.

O mais importante de hoje não são apenas os três pontos. É a consolidação de um padrão de jogo sob o comando de Pedro Emanuel. O que já víamos nas copas, finalmente apareceu com força no Brasileirão. Essa virada de chave, esse espírito e essa concentração são cruciais. Que alívio, nação! Hoje, o torcedor vascaíno dorme com o peito estufado e fora da zona de rebaixamento. Que seja o começo da nossa arrancada! Vasco é coisa séria!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.