ALERTA LIGADO! Tchê Tchê e Hugo Moura na berlinda; 4 jogadores do Vasco podem sair de graça

O Vascão pode perder quatro peças do elenco de graça! A partir de julho, Tchê Tchê, Hugo Moura e mais dois podem assinar com qualquer time. Veja a situação de cada um.

Hugo Moura comemora gol marcado contra o Athletico-PR (Foto: Matheus Lima/Vasco)

Coração do torcedor já fica apertado: Vascão pode perder 4 jogadores de graça

A vida do vascaíno não é para amadores, e a cada janela de transferências, um novo capítulo de apreensão começa. A partir de julho, a sirene de alerta volta a tocar em São Januário. Quatro atletas do nosso elenco entram na perigosa reta final de seus contratos e, segundo as regras da FIFA, já podem assinar um pré-contrato com qualquer outro clube. Isso mesmo, o Gigante da Colina corre o risco de ver peças do seu grupo saírem no final do ano sem que um centavo entre nos cofres.

Para quem não está familiarizado com o juridiquês do futebol, a regra é simples e cruel: quando um jogador entra nos últimos seis meses do seu vínculo, ele ganha a liberdade de negociar seu futuro com quem quiser. O clube que o formou ou que detém seus direitos fica de mãos atadas, apenas assistindo ao seu ativo ir embora. E nós, da torcida, ficamos aqui, roendo as unhas e torcendo para que a diretoria não durma no ponto.

A lista inclui dois goleiros e dois volantes, cada um com uma história diferente, mas todos com o futuro em aberto. Vamos analisar caso a caso, na esperança de que o planejamento do nosso Vascão esteja à altura de sua grandeza.

Os Goleiros: Um Adeus Anunciado?

No gol, a situação parece caminhar para uma despedida dupla. Daniel Fuzato e Pablo, dois nomes que compõem o elenco de arqueiros, têm futuros que parecem distantes do Caldeirão de São Januário.

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Daniel Fuzato chegou para ser a sombra de Léo Jardim, o reserva imediato. No entanto, a verdade nua e crua é que, nas poucas chances que teve, não conseguiu passar a segurança necessária para brigar pela titularidade. Sem espaço e sem conversas sobre uma possível renovação, tudo indica que seu ciclo com a camisa cruzmaltina se encerrará em dezembro. É uma pena, mas no futebol profissional, a fila anda.

Pablo é cria nossa, forjado nas categorias de base do clube. Atualmente, ocupa a posição de terceiro goleiro, um lugar ingrato e com pouquíssima visibilidade. Sem perspectiva de ganhar mais minutos em campo e, aparentemente, fora dos planos da comissão técnica para as próximas temporadas, a renovação de seu contrato é vista como algo improvável. É sempre triste ver um Menino da Colina partir, mas o futebol tem dessas coisas.

Tchê Tchê: A Novela que Parece Não Ter Fim

A situação de Tchê Tchê é, de longe, a mais delicada e a que mais gera debate entre o povo cruzmaltino. O volante, que já teve momentos de protagonismo e outros de forte contestação, vive em uma corda bamba constante. Não é de hoje que seu nome aparece em especulações de saída.

Segundo as informações, ele já esteve com um pé fora do clube em outras janelas de transferência, e essa possibilidade ainda existe para os próximos meses. A diretoria e o jogador parecem estar em um impasse. O fato é que, caso ele permaneça no elenco até o final do ano, uma renovação de contrato é considerada muito difícil. Será que veremos os últimos meses de Tchê Tchê com a Cruz de Malta no peito? A torcida se divide, mas a incerteza é um sentimento unânime.

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Hugo Moura: A Esperança que Resiste

No meio de tantas saídas prováveis, surge uma luz de esperança. Dos quatro jogadores na berlinda, o volante Hugo Moura é quem tem as maiores chances de permanecer no Gigante da Colina. O jogador se firmou, mostrou serviço e parece ter caído nas graças da comissão e de parte da torcida com sua raça vascaína.

Contudo, e sempre tem um contudo quando se trata do Vasco, a situação ainda não está resolvida. Apesar da boa vontade mútua, os representantes do atleta ainda não foram procurados pela diretoria para sentar e conversar sobre um novo contrato. O futuro dele segue indefinido. A permanência não está descartada, mas também não está garantida. Fica a pergunta no ar: o que a diretoria está esperando? Deixar um jogador importante chegar a essa situação de incerteza é brincar com a sorte (e com a paciência da torcida).

O cenário está posto. Quatro jogadores, quatro futuros incertos. A torcida vascaína, que nunca abandona, fica na expectativa. Esperamos que a diretoria aja com a urgência que a situação exige, para que o planejamento de 2025 não comece com a dor de cabeça de perder jogadores importantes sem qualquer compensação financeira. Vasco é coisa séria, e o futuro do clube depende dessas decisões.

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Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.