R$ 3,1 BILHÕES! Revelado o plano de Lamacchia para salvar o Vasco; veja os detalhes!

A conta detalhada do acordo bilionário de Marcos Lamacchia foi revelada. Veja para onde vai cada centavo dos R$ 3,1 bi que podem salvar o Gigante!

São Januário — Foto: Foto: Instagram Vasco da Gama

A ESPERANÇA TEM NOME E UM PLANO BILIONÁRIO

Nação Cruzmaltina, respira fundo! Depois de tanto sofrimento e incerteza com a 777 Partners, uma luz forte, quase ofuscante, surge no fim do túnel de São Januário. O nome dessa luz é Marcos Lamacchia, e ela vem acompanhada de um cheque de R$ 3,1 bilhões. Sim, você leu direito: BILHÕES. As cortinas se abriram e finalmente temos os detalhes do Acordo de Investimentos que pode, de uma vez por todas, reerguer o nosso Gigante da Colina.

Não é mais fofoca de corredor ou especulação de internet. O Vasco já entrou na Justiça para viabilizar a venda de 90% da nossa SAF para o empresário, que tem o pai, José Lamacchia, como avalista. A proposta que está na mesa é robusta, detalhada e, acima de tudo, parece pensar no Vasco a longo prazo. Vamos entender para onde iria cada centavo dessa fortuna que pode mudar nossa história.

PARA ONDE VAI A GRANA? A CONTA DETALHADA DOS R$ 3,1 BILHÕES

Chega de promessas vazias. O plano de Lamacchia é um projeto de reconstrução total, e a divisão do dinheiro mostra isso. Não é só sobre contratar um camisa 10 galáctico, é sobre ter uma casa arrumada para que os craques queiram jogar aqui. A conta, segundo o que foi divulgado, é a seguinte:

  • Pagamento das Dívidas: Uma parte considerável da bolada será destinada a limpar nosso nome. Isso inclui as dívidas da Recuperação Judicial e os débitos tributários que tanto assombram o clube há décadas. É o primeiro passo para respirar.
  • Aportes no Futebol e no CT: Um investimento contínuo, distribuído ao longo de cinco anos, para fortalecer nosso elenco e, finalmente, termos um Centro de Treinamento à altura da grandeza do Vasco. Chega de improviso, é hora de profissionalismo.
  • Cobertura do Déficit de Caixa: Aqui está o pulo do gato e a maior parte do dinheiro. Uma projeção de R$ 1,5 bilhão para cobrir o rombo no caixa do clube pelos próximos cinco anos. Isso garante que salários, contas e a operação do dia a dia estarão em dia, acabando com o sufoco financeiro que nos impede de competir.

Para entender na prática: sabe a folha de pagamento atual? Ela seria paga com essa verba de R$ 1,5 bilhão. Se o clube decidir aumentar os gastos, por exemplo, de R$ 30 milhões para R$ 40 milhões em salários, esses R$ 10 milhões extras viriam do fundo de investimento no futebol. Isso mostra planejamento e impede que o clube gaste mais do que pode sem ter uma fonte de receita garantida.

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CALMA, TORCEDOR: AINDA NÃO É GOL DE PLACA

Apesar da empolgação, e com razão, a torcida vascaína, calejada que é, sabe que o jogo só acaba quando o juiz apita. E essa partida ainda tem muitos obstáculos. Para o acordo ser assinado e o dinheiro cair na conta, uma série de condições precisa ser cumprida. É uma verdadeira maratona burocrática:

  • Lamacchia precisa sair como o vencedor da concorrência dentro do processo de Recuperação Judicial.
  • O juiz responsável pela Recuperação Judicial do Vasco precisa dar o seu “ok”.
  • Uma auditoria completa (due diligence) precisa ser concluída, para que o investidor saiba exatamente onde está pisando.
  • O acordo precisa passar por todo o rito interno do clube, ou seja, ser aprovado pelos nossos conselheiros e instâncias.
  • E, talvez o mais complexo, é preciso chegar a um acordo com a A-CAP, em uma negociação paralela que envolve até mesmo arbitragem na FGV.

Ou seja, o caminho é longo. As negociações com Lamacchia já duram meses, o que mostra que ambos os lados estão tratando o assunto com a seriedade que ele merece. Mas a vitória ainda não está garantida.

AS AMARRAS DO COMPROMISSO: UMA LIÇÃO APÓS A 777

Uma das partes mais interessantes e que nos dá mais segurança neste novo acordo são as cláusulas de compromisso. Aprendemos da pior maneira com a 777 que promessas precisam vir com garantias. O contrato com Lamacchia prevê multas pesadas caso os aportes não sejam cumpridos. Uma diferença crucial em relação ao acordo anterior.

Mais importante ainda são duas regras de ouro que mostram uma visão de longo prazo, e não de especulação:

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  1. Proibição de venda por 10 anos: Lamacchia não poderá vender as ações da SAF do Vasco por uma década. Isso afasta o fantasma de um investidor que só quer valorizar o ativo e pular fora no primeiro lucro.
  2. Sem distribuição de lucros por 10 anos: Todo e qualquer lucro gerado pela SAF deverá ser reinvestido no próprio clube durante a primeira década. O foco é total no fortalecimento do Vascão, não em encher o bolso do investidor.

Esses pontos são música para os ouvidos do povo cruzmaltino. Mostram um compromisso com o projeto esportivo, com a nossa história. É alguém querendo construir junto, e não apenas explorar a nossa marca.

O acordo também tem uma inteligência de gestão. Se o Vasco, sob a nova administração, for eficiente, gerar mais receitas e diminuir o rombo anual por conta própria, o investidor não precisará injetar todo o valor projetado para cobrir o déficit. No entanto, ele também não poderá cortar despesas arbitrariamente. O objetivo é crescer, e não encolher para caber nas contas.

A estrada é longa, e a batalha, complexa. Mas, pela primeira vez em muito tempo, os números, os detalhes e as cláusulas de um plano para o futuro do Vasco fazem sentido e nos enchem de uma coisa que andava escassa em São Januário: esperança. Vamos seguir de perto, fiscalizando, apoiando e torcendo para que este seja o início da verdadeira reconstrução do nosso Almirante. O Gigante merece voltar ao seu lugar.

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Informações com base em reportagem do ge.globo.com.