O Gigante não para: Primeiros reforços chegaram!
É isso, nação cruzmaltina! A poeira da espera começou a baixar. O Vasco da Gama já tem seus dois primeiros guerreiros para a janela de transferências: Facundo Colidio e Santiago Sosa. O atacante, ex-River Plate, já respira os ares do Rio de Janeiro, com o pré-acordo anunciado pelo nosso Vascão. Enquanto isso, o volante Sosa, vindo do Racing, tem sua chegada aguardada na madrugada desta segunda. A primeira parte da missão foi cumprida.
Mas quem pensa que a diretoria vai tirar o pé do acelerador, está muito enganado. Com os dois argentinos garantidos, a caça continua. O Gigante da Colina segue no mercado, e a ordem é reforçar todos os setores do campo. A reformulação está a todo vapor, e a gente sabe que o caminho é longo.
Ataque, ataque e mais ataque: Quem pode chegar para fazer os gols?
A chegada de Colidio é um alento, mas não resolve tudo. Ele é um segundo atacante versátil, que pode jogar pelos lados ou mais centralizado, dando opções táticas que não tínhamos. Pela esquerda, pode ocupar a vaga de Nuno Moreira; pelo centro, é uma alternativa de velocidade e mobilidade que o Brenner não oferece. Mas a verdade é que precisamos de mais gente que saiba balançar a rede.
A diretoria, comandada por Felipe e Admar Lopes, não está presa a uma posição específica. O que importa é trazer um matador. E os nomes na mesa são de peso, mas as negociações são duras como um clássico em São Januário.
- Jhon Córdoba: O colombiano do Krasnodar, que já jogou Copa do Mundo, era o topo da lista. Um centroavante de respeito. O problema? Os russos pediram um valor altíssimo à vista, na casa dos 8 milhões de euros. A negociação esfriou, mas o nome ainda causa admiração nos corredores do clube.
- Brian Rodríguez: O uruguaio do América do México nunca saiu do nosso radar. É um ponta com faro de gol, exatamente o que precisamos. Mas o clube mexicano faz jogo duro, e os valores assustam: falam em mais de 10 milhões de dólares.
- Yeboah: Outro nome que agrada é o do ponta equatoriano, que recentemente subiu de divisão com o Venezia, na Itália. O Vascão fez proposta, mas o jogador parece preferir continuar na Europa. É difícil competir, mas o Almirante não desiste.
A novela Deossa: O sonho que virou pesadelo?
Ah, a novela Deossa… O meia colombiano era visto como a peça rara, o jogador de intensidade e qualidade que mudaria nosso meio-campo de patamar. O negócio estava praticamente fechado! O Betis tinha aceitado a proposta do Vasco, mas aí o futebol, como sempre, nos pregou uma peça.
O técnico Manuel Pellegrini começou a usar o jogador na pré-temporada, Deossa ganhou confiança, fez até um golaço jogando de centroavante contra o Arsenal e, de repente, o que era certo virou dúvida. As boas atuações dele lá na Europa atrapalharam nossos planos. A direção ainda não jogou a toalha, mas o otimismo que existia antes daquela confusão com a liminar que afastou Pedrinho já não é o mesmo. Encontrar outro jogador com as mesmas características é uma missão quase impossível.
Defendendo o Caldeirão: E a zaga, como fica?
Mesmo com as boas atuações recentes do nosso xerife Cuesta, a diretoria sabe que a defesa precisa de mais opções. E aqui, a estratégia é clara: buscar brasileiros, já que o limite de estrangeiros está batendo na porta. Com Sosa e Colidio, chegamos a DEZ gringos no elenco (Cuesta e Saldivia já estão na zaga).
Dois nomes estão na mira para fortalecer a nossa retaguarda:
- Diego Carlos: Um zagueiro de nome, mas com um salário de craque europeu. Ele ainda tem contrato com o Fenerbahçe, da Turquia. A grande chance seria uma rescisão por lá, o que permitiria ao Vasco negociar apenas salários e luvas. É um sonho caro, mas sonhar não custa nada.
- Gabriel Pereira: Titular absoluto do Copenhagen, na Dinamarca. O Vasco fez sondagens, mas os dinamarqueses pediram um valor considerado alto. A negociação é complexa, mas o nome segue na lista.
A janela de transferências é uma guerra de nervos. Os primeiros reforços mostram que o Vasco está brigando, mas cada nova contratação é uma batalha. A torcida vascaína, como sempre, segue na arquibancada da vida, sofrendo, apoiando e acreditando. Porque ser Vasco é isso. É nunca desistir. Vamos, Gigante!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.