A GRANDE FARRA! Nomes de ex-diretores do Vasco que usaram ingressos da torcida na Sapucaí são expostos!

A FARRA ACABOU! Nomes de ex-diretores do Vasco que pegaram ingressos da torcida para curtir camarote na Sapucaí são revelados. Veja a lista!

CT Moacyr Barbosa (Foto: Pedro Cobalea/Lance!)

Enquanto você rala, eles se divertem às suas custas, torcedor

Sabe aquela sensação de que a gente carrega o clube nas costas? Aquele sentimento de que cada centavo do nosso suado dinheiro no sócio-torcedor, cada ponto acumulado com a esperança de um dia ser recompensado, vale a pena pelo amor ao Vascão? Pois é. Prepare o estômago, porque a notícia que vem à tona é um soco na cara de cada um de nós que vive e respira o Gigante da Colina.

Uma apuração exclusiva do portal Lance! revelou um esquema que beira o inacreditável, mas que, infelizmente, soa até familiar nos corredores do poder do futebol brasileiro. Ex-diretores do nosso Vasco, tanto do clube associativo quanto da SAF, teriam simplesmente se apropriado de ingressos destinados a nós, a fiel torcida, para curtir o Carnaval de 2025 de camarote na Marquês de Sapucaí. É a mais pura tradução da expressão “fazer festa com o chapéu alheio”. O nosso chapéu.

Um contrato às pressas e um objetivo claro: o camarote

A história, segundo a reportagem, começa com um contrato firmado no início de 2025 entre a VascoSAF e uma empresa de turismo. O acordo previa que essa agência comprasse ingressos do Vascão pelo valor cheio para revendê-los em pacotes turísticos. Até aí, um negócio como qualquer outro. Mas o diabo, como sempre, mora nos detalhes.

A negociação foi feita numa correria suspeita, com a desculpa de que o prazo para emitir os ingressos para o tal camarote na Sapucaí estava se esgotando. Como parte desse acordo, o clube recebeu uma cota de entradas para os desfiles. A promessa? Usar uma pequena parte para ações de relacionamento e o restante, a maior fatia, seria destinada ao programa de sócio-torcedor. Era a nossa chance de resgatar com pontos uma experiência única. Só que não.

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A lista da vergonha: os nomes por trás da folia

O que aconteceu, na prática, foi uma traição. Segundo a apuração do Lance!, nenhum, eu repito, NENHUM ingresso foi disponibilizado para o programa Sócio Gigante. Em vez disso, as entradas foram parar nas mãos de quem deveria zelar pelo patrimônio e pela imagem do clube. E o pior: eles não se fizeram de rogados e levaram família e amigos para a festa.

É com profunda indignação que listamos os nomes citados na matéria. Que o povo cruzmaltino saiba quem são:

  • Felipe Carregal: Na época, ocupava o cargo de vice-presidente Jurídico do Club de Regatas Vasco da Gama.
  • Silvio Almeida: Então vice-presidente Financeiro do clube. A reportagem aponta que ele teria levado a esposa como acompanhante.
  • Bianca Reis: Ocupava o cargo de Diretora Jurídica e, pasmem, responsável pela Governança e Compliance da Vasco SAF. Teria levado amigas para o desfile.
  • Felipe Elias: Atual conselheiro da VascoSAF, também teria solicitado um par de ingressos.
  • Um membro do Conselho Fiscal do Vasco, que fazia parte do colegiado na época, também teria usado uma entrada.

Vale notar que Carregal e Almeida, além de seus cargos na diretoria, também faziam parte do Conselho de Governança, Integridade e Compliance da associação. É uma ironia que só serve para aumentar a nossa revolta. Os guardiões da ética e da conformidade usando o clube para benefício próprio. É o fim da picada.

O que fica é a desconfiança e a certeza de que o Vasco é maior que tudo isso

Episódios como este minam a confiança da torcida. Como podemos acreditar em programas de fidelidade, em promessas de um clube mais transparente e próximo do seu povo, quando vemos notícias assim? É um tapa na cara de quem se sacrifica, viaja por horas, gasta o que não tem e deixa a garganta em cada jogo para apoiar o Almirante.

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Enquanto a gente sonha em ver o Vascão voltar aos seus dias de glória dentro de campo, parece que alguns nos bastidores só pensam em como tirar uma casquinha. Usar o nome e os recursos do Gigante para curtir a vida boa na Sapucaí é de uma pequenez que não condiz com a nossa história centenária.

A nós, fiéis do Gigante, resta a indignação e a cobrança por respostas. Que os envolvidos sejam responsabilizados. Mas, acima de tudo, fica a lição de que o nosso amor é incondicional ao escudo e à cruz de malta, não a dirigentes passageiros. Eles passam, mas a torcida vascaína, essa força que nunca abandona, permanece. O Vasco é coisa séria, e não o playground de ninguém.

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.