GRANA PARA REFORÇOS? Vascão pede R$ 120 mi e Lamacchia segura a chave do cofre!

O Vascão quer R$ 120 milhões para contratar, mas o futuro dono, Marcos Lamacchia, impõe uma condição. Entenda a queda de braço que define nosso futuro!

Empresário Marcos Faria Lamacchia — Foto: Reprodução: Linkedin

A Torcida Clama, a Diretoria Corre Atrás

Ah, nação cruzmaltina… A gente acorda e dorme pensando na mesma coisa: um time forte, competitivo, que honre a nossa camisa. E parece que a diretoria ouviu nossos clamores. A notícia que sacudiu São Januário, publicada primeiro pelo jornal O Globo e confirmada pelo ge, é que o Vasco planeja buscar um novo empréstimo, na casa dos R$ 120 milhões!

É dinheiro que não acaba mais, e o objetivo é o que mais nos interessa: contratação de jogadores e melhorias no nosso CT. É pra botar o Gigante da Colina no lugar de onde nunca deveria ter saído. Esse dinheiro viria através de um empréstimo DIP, aquele mesmo modelo para empresas em recuperação judicial, com a Almirante Participações e Empreendimentos S.A.

O mais importante, torcedor: a diretoria garante que essa grana é para INVESTIMENTO. É para comprar jogador, para construir. Diferente do último aporte, não é para cobrir buraco do dia a dia. É para pensar grande!

Lamacchia Pisa no Freio: ‘Primeiro a SAF’

Mas como no Vasco nada é simples, aqui vem a parte que nos deixa com o coração na mão. A Almirante Participações é a empresa de ninguém menos que Marcos Lamacchia, o homem que está com tudo para ser o novo dono do nosso futebol. E ele já mandou o recado.

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Segundo a apuração, Lamacchia está ciente do pedido e da necessidade do Vascão, mas ele quer ver o processo competitivo da venda da SAF avançar antes de liberar essa nova bolada. Ou seja: ele quer mais segurança jurídica, quer o caminho livre para assumir, para só então abrir o cofre de vez.

É uma queda de braço silenciosa. De um lado, a nossa urgência por reforços. Do outro, a cautela de um empresário que está prestes a investir a vida no nosso clube. É de roer as unhas, mas, no fundo, a gente entende. Ele quer o processo andando nos trilhos.

A Venda da SAF: Uma Luz no Fim do Túnel?

E por falar em trilhos, a boa notícia é que o trem da SAF parece estar finalmente ganhando velocidade. Nesta última quarta-feira, tivemos um avanço GIGANTE. O watchdog da operação, o Ministério Público e o administrador judicial deram pareceres FAVORÁVEIS à venda da nossa SAF!

Isso significa que a papelada está em ordem, que os fiscais da lei olharam e disseram: “pode seguir”. Agora, a bola está com a juíza da 4ª Vara Empresarial. É ela quem vai dar a canetada final para autorizar o início do procedimento competitivo de venda. Com o “sim” dela, o edital pode finalmente ser publicado e o jogo começa pra valer.

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E não se engane, torcedor, o jogo já tem um favorito claro. Por lei, o clube não pode simplesmente vender para Lamacchia sem abrir concorrência. Mas o empresário tem cláusulas de preferência que o permitem cobrir qualquer outra proposta que apareça. Ele tem a faca e o queijo na mão.

A Palavra do Advogado: Entenda os Próximos Passos

Para deixar tudo mais claro, André Sica, advogado de Marcos Lamacchia, explicou o passo a passo em uma entrevista exclusiva ao ge. E a gente traduz pra você, torcedor:

“A partir da publicação do edital, você tem o início do processo competitivo”, disse Sica. Basicamente, é quando o Vasco grita ao mercado: “Estou à venda, quem dá mais?”.

“Esse processo termina com a apresentação de propostas de terceiros. Se não houver uma proposta de terceiro vencedora, a proposta do Marcos é declarada vencedora”, continuou o advogado. É aqui que a cláusula de preferência entra. Dificilmente alguém vai querer entrar numa briga que já parece ganha.

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Depois disso, vem o “closing”, o fechamento do negócio. É a parte burocrática: passar pelo Conselho Deliberativo, pela Assembleia Geral, constituir a nova empresa (a SAF) e, finalmente, assinar o cheque. Segundo Sica, estamos no ponto de partida, mas que “deve ocorrer, se tudo der certo dentro do nosso cronograma, nos próximos dias”. Haja coração!

E a Dívida com a Crefisa? Uma Ponta Solta a Ser Amarrada

Enquanto sonhamos com os R$ 120 milhões, é bom lembrar de outra conta. Em outubro do ano passado, o Vasco pegou um empréstimo de R$ 80 milhões, também no modelo DIP, com a Crefisa, a empresa de Leila Pereira.

Essa dívida tem uma condição crucial: se Lamacchia, de fato, se tornar o novo investidor, esses R$ 80 milhões serão convertidos em capital da nova SAF. Ou seja, viram parte do negócio. Contudo, se por um desastre do destino o negócio com ele não sair, o clube associação terá que pagar essa grana de volta para a Crefisa.

Por isso, o sucesso da venda da SAF para Lamacchia não é apenas sobre o futuro, mas também sobre resolver o passado. É a peça que faz todo o quebra-cabeça financeiro do nosso Vascão se encaixar. Agora, só nos resta torcer para que a burocracia ande rápido, porque a bola precisa rolar com um time à altura do Gigante.

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.