PROBLEMA GRINGO! Vascão tem gringo demais e corre por reforços BRASILEIROS na reta final da janela

Com 10 estrangeiros no elenco e só 9 vagas, o Gigante da Colina muda a rota e foca em nomes brasileiros para ataque e zaga. Veja quem está na mira!

Bruno Duarte, do Estrela Vermelha, em ação na Champions League — Foto: Srdjan Stevanovic/Getty Images

A conta não fecha: 10 gringos para 9 vagas

É, meu amigo vascaíno, a matemática em São Januário anda complicada. A gente se empolga com a chegada dos reforços, vibra com os nomes que vêm de fora, mas a realidade do regulamento bateu na porta do Gigante da Colina: o Vascão tem estrangeiros DEMAIS! Com as chegadas recentes de Sosa e Colidio, o nosso elenco atingiu a marca de dez jogadores gringos.

O problema? A CBF, em sua infinita sabedoria, só permite que nove atletas de fora do país sejam relacionados para cada partida nas competições nacionais. Ou seja, a cada jogo, o técnico Pedro Emanuel terá que cometer a injustiça de cortar um dos nossos guerreiros estrangeiros. É uma dor de cabeça que ninguém queria.

A situação já é uma realidade. Na partida contra o Santos, por exemplo, o zagueiro uruguaio Alan Saldivia foi o escolhido para ficar de fora. E a tendência é que esse quebra-cabeça se repita a cada rodada. A lista de gringos do Almirante é longa e cheia de talento:

  • Argentinos: Sosa, Colidio, Spinelli
  • Uruguaios: Puma Rodríguez, Alan Saldivia
  • Colombianos: Andrés Gómez, Carlos Cuesta, Johan Rojas, Marino Hinestroza
  • Português: Nuno Moreira

Missão: um matador brasileiro para resolver a seca

Com esse cenário, a diretoria do Cruzmaltino precisou recalcular a rota na reta final da janela de transferências. A prioridade agora é clara e urgente: buscar reforços brasileiros para as posições que mais precisamos. E a carência que mais assombra o povo vascaíno tem nome e sobrenome: a falta de um camisa 9 que chame a responsabilidade.

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O departamento de futebol já tem um alvo principal na mira. As conversas se intensificaram nos últimos dias por Bruno Duarte, atacante que atualmente defende o Estrela Vermelha, da Sérvia. O perfil do jogador agrada e muito: é um goleador e, o mais importante no momento, é brasileiro. A esperança é que ele seja a solução para a falta de gols que tanto nos aflige.

Chega de sofrer com chances perdidas! A torcida clama por um homem-gol, alguém que honre o manto e estufe as redes adversárias. Será que Bruno Duarte é esse cara?

Zaga de respeito… se o Parma deixar!

Não é só no ataque que o Vascão busca soluções nacionais. A defesa também é uma prioridade, e o nome que encabeça a lista de desejos é o de Diego Carlos. O zagueiro, que pertence ao Fenerbahçe, é o plano A da diretoria para fortalecer o nosso sistema defensivo com qualidade e experiência.

Porém, como a vida do vascaíno não é fácil, uma pedra apareceu no meio do caminho. O Parma, da Itália, entrou forte na disputa pelo jogador e, segundo as informações, as conversas dos italianos com o clube turco por um empréstimo avançaram bastante nos últimos dias. É mais uma batalha de bastidores que o nosso Gigante precisa vencer.

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Radar Cruzmaltino: outros brasileiros na mira

Enquanto a novela por Diego Carlos se desenrola, a diretoria não fica parada e mapeia outras opções no mercado. O foco está em jogadores brasileiros que atuam no exterior e que poderiam retornar para vestir a camisa do time do povo.

Alguns nomes foram sondados, embora as conversas ainda não tenham esquentado de verdade. Entre eles estão:

  • Arthur Chaves: zagueiro do Hoffenheim, da Alemanha.
  • Gabriel Pereira: atacante do Copenhagen, da Dinamarca.
  • Luiz Felipe: zagueiro do Rayo Vallecano, da Espanha.

São nomes interessantes, mas que exigem uma negociação complexa. A torcida fica na expectativa para que pelo menos uma dessas sondagens evolua para algo concreto.

A exceção que pode confirmar a regra

Apesar da prioridade total em atletas brasileiros, o Vasco não fechou completamente as portas para o mercado estrangeiro. Existe uma posição específica onde um “hermano” ainda pode pintar: um camisa 8 para qualificar o nosso meio-campo.

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Essa busca se tornou mais intensa depois que as negociações pelo colombiano Nelson Deossa esfriaram. A diretoria segue negociando com alguns nomes gringos para a posição, mas a tendência é que, no apagar das luzes da janela, os principais esforços sejam mesmo para trazer jogadores nascidos no Brasil.

A reta final da janela promete ser agitada em São Januário. O desafio é grande: resolver um problema de excesso de estrangeiros e, ao mesmo tempo, reforçar o elenco com a qualidade que a camisa do Vasco exige. Vamos torcer para que a diretoria acerte nas escolhas e que o nosso Vascão saia mais forte para o resto da temporada. Porque vasco é coisa séria!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.