Atenção, povo cruzmaltino! O tempo está correndo e a panela de pressão em São Januário está prestes a explodir. Restam exatos 10 dias e três jogos para o Vascão antes da parada para a Copa do Mundo. Dez dias que podem definir o nosso semestre. Depois da derrota dolorida para o Internacional lá no Beira-Rio, que nos fez despencar quatro posições na tabela, o sinal de alerta não está só ligado, está piscando em vermelho neon. Mas se tem uma coisa que a gente sabe, é que vascaíno não desiste. E o nosso comandante, Renato Gaúcho, já traçou o plano de batalha. São quatro missões urgentes, dentro e fora de campo, para o Gigante da Colina respirar.
Missão #1: O Brasileirão é a nossa vida!
Vamos ser sinceros: o Campeonato Brasileiro é o que importa, é o nosso pão de cada dia. E a situação não é nada confortável. O objetivo principal, a meta número um da comissão técnica, é claro como a água: terminar essa primeira parte do ano na parte de cima da tabela. Mas, mais importante que isso, é colocar uma distância segura, de pelo menos três pontos, da maldita zona de rebaixamento.
Atualmente, o Almirante tem 20 pontos. O Corinthians, primeiro time no Z4, está logo ali, com apenas dois pontos a menos. A margem de erro acabou. E para cumprir essa meta, só temos uma bala na agulha antes da pausa: o jogo contra o RB Bragantino, no próximo domingo, dentro do nosso Caldeirão de São Januário. É decisão! É guerra! É o jogo para mostrar quem manda na nossa casa e para empurrar o time para longe dessa confusão.
Missão #2: Sul-Americana, a surpresa bem-vinda?
A Copa Sul-Americana nunca foi tratada como prioridade absoluta, a gente sabe. Mas as coisas mudaram. Nesta quarta-feira, temos um confronto direto contra o Olimpia, lá no Paraguai, que vale a liderança do Grupo G. Ambas as equipes têm sete pontos, e uma vitória praticamente carimba nosso passaporte direto para as oitavas de final.
E por que isso é tão importante? Porque o primeiro colocado avança direto, sem sustos. O segundo lugar, meu amigo, precisa encarar um playoff traiçoeiro contra um time que caiu da Libertadores. É pedir para sofrer. Por isso, a grande notícia é que Renato Gaúcho, que costumava rodar o elenco na Sula, vai mandar a campo uma equipe o mais perto possível da força máxima. Só quem estiver muito perto de estourar fisicamente vai ser poupado. Parece que o Almirante sentiu o cheiro da glória e não quer mais largar o osso!
Missão #3: O estaleiro cruzmaltino e a avaliação física
Não dá pra lutar uma guerra com os soldados no departamento médico. Contra o Internacional, Renato não pôde contar com uma legião de jogadores importantes, e isso pesou demais. A lista de ausências era grande e preocupante:
- Lesionados ou com problemas físicos: Cuiabano, Paulo Henrique e Adson.
- Suspensos: Thiago Mendes e Rojas.
- Liberado por motivo pessoal: Spinelli (parabéns pelo nascimento da filha, guerreiro!).
A situação mais grave é a de Paulo Henrique, que sofreu uma lesão e só deve voltar depois da Copa do Mundo. Uma baixa sentida. Por isso, a comissão técnica vai aproveitar esses últimos dias para realizar uma bateria de testes físicos mais avançados em todo o elenco. A ideia é mapear o desgaste de cada atleta e, depois da pausa, repetir os testes para ver quem aproveitou o descanso e quem voltou voando. É a ciência entrando em campo para garantir que a raça vascaína tenha combustível para o resto da temporada.
Missão #4: Caneta na mão! Reforços na mira do Gigante
Enquanto o time sua em campo, a diretoria trabalha nos bastidores. Renato Gaúcho está em conversas quase diárias com Pedrinho e com o diretor de futebol Admar Lopes. O assunto? Reforços! O Vasco é coisa séria e precisa de peças para qualificar o elenco.
O panorama é claro: a expectativa é da chegada de três a quatro novos jogadores na próxima janela de transferências. E as prioridades já estão definidas, atendendo a pedidos antigos da nossa torcida. O Vascão busca um zagueiro destro com boa imposição no jogo aéreo – chega de sofrer em bola parada! – e um volante com força física, um verdadeiro motorzinho capaz de marcar e de chegar na área adversária para surpreender. É o Gigante se movimentando para voltar a ser temido. Que esses 10 dias sejam o começo da nossa volta por cima!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.