VASCO PODE PEGAR ASTRO DA COPA? Conheça Tim Payne, fenômeno de 7M de seguidores

Enquanto o Vasco vive o caos da demissão de Renato Gaúcho, um adversário bizarro surge no horizonte da Sul-Americana. Conheça a história!

Tim Payne na Seleção da Nova Zelândia disputando a copa do Mundo (Foto: Stu Forster / Getty Images via AFP)

Enquanto o caos reina, o destino prepara uma piada

Parece roteiro de filme, mas é só a rotina do torcedor vascaíno. No mesmo dia em que a gente oficializa a saída do técnico Renato Gaúcho, mergulhando mais uma vez na incerteza, o destino nos acena com uma das histórias mais bizarras do futebol recente. O Vascão pode cruzar o caminho de Tim Payne, um lateral-direito da Nova Zelândia que, até ontem, era um ilustre desconhecido e hoje é um fenômeno com mais de 7 milhões de seguidores.

É o tipo de coisa que só acontece com o Gigante da Colina. Enquanto a gente lida com a demissão de um treinador após apenas 18 jogos, um adversário que virou celebridade por causa de um álbum de figurinhas da Copa do Mundo pode pintar no nosso caminho na Copa Sul-Americana de 2026. Se prepare, torcedor, porque a jornada continental do Almirante promete ser qualquer coisa, menos monótona.

Quem é Tim Payne, o ‘desconhecido’ mais famoso do mundo?

A história de Tim Payne é inacreditável. O lateral de 32 anos, que atuava no modesto Wellington Phoenix, tinha cerca de 4 mil seguidores e uma carreira discreta. Tudo mudou quando um streamer argentino, Valen Scarsini, conhecido como “Elscarso”, decidiu fazer uma campanha para transformar o jogador ‘mais desconhecido’ do álbum da Copa em uma estrela.

A brincadeira viralizou de uma forma absurda. O perfil de Payne explodiu, saltando para um número de seguidores que supera a população de seu país, a Nova Zelândia. Agora, esse mesmo jogador, que esteve em campo no empate em 2 a 2 de sua seleção contra o Irã pelo Grupo G da Copa do Mundo, foi anunciado como reforço do Olimpia, do Paraguai. Sim, o time que pode cruzar nosso caminho.

Publicidade

O caminho do Gigante até o fenômeno da Nova Zelândia

Mas calma, não vamos colocar a carroça na frente dos bois. Para que esse confronto épico (ou cômico) aconteça, o Vascão ainda tem uma batalha importante pela frente. A matemática é clara:

  • O Vasco terminou a fase de grupos da Sul-Americana na segunda posição do Grupo G.
  • Por isso, precisamos disputar os playoffs das oitavas de final contra o Independiente Medellín, da Colômbia.
  • O jogo de ida será no dia 22 de julho, e a volta, que decidirá nosso futuro, no dia 29 do mesmo mês.
  • O Olimpia de Tim Payne, por sua vez, já está garantido nas oitavas e aguarda justamente o vencedor do nosso confronto.

Portanto, a missão é clara: passar pelo Independiente Medellín. Só depois poderemos pensar em enfrentar o astro das redes sociais. Primeiro a obrigação, depois a diversão de calar um estádio no Paraguai.

Um olho na Sula, outro na bagunça em São Januário

É impossível falar do futuro sem olhar para o caos presente. A notícia do possível confronto com Payne chegou na mesmíssima noite em que o clube oficializou a demissão de Renato Gaúcho. A saída, em “comum acordo”, encerrou a terceira e curta passagem do técnico, que durou pouco mais de três meses e 18 partidas.

O elenco cruzmaltino se reapresenta no dia 22 de junho, já com a missão de se preparar para os playoffs da Sul-Americana sob o comando de uma nova orientação técnica. É mais uma vez a prova da nossa capacidade de nos reerguermos em meio à tempestade. Vamos para uma decisão continental sem técnico definido, mas com a camisa mais pesada do futebol mundial nas costas. É a nossa sina, e é o que nos faz mais fortes.

Que venha o Independiente Medellín. Que venha o Olimpia. Que venha Tim Payne com seus milhões de seguidores. Eles podem ter os likes, mas nós temos a história, a raça e uma torcida que nunca abandona. Aqui é Vasco, e a nossa seriedade em campo vai mostrar que futebol é muito mais que uma trend de internet.

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.