CRIA DO VASCÃO NO ‘CEMITÉRIO’? Andrey Santos no United por R$ 329 MI e torcida teme pelo pior!

Nossa joia, Andrey Santos, está de casa nova! Mas a bolada de R$ 329 milhões não esconde o medo da torcida: o Man United é um 'cemitério' de craques?

Michael Carrick é o treinador do Manchester United (Foto: Darren Staples / AFP)

O Gigante da Colina produz, o mundo consome!

É com um misto de orgulho e um frio na espinha que a gente, povo cruzmaltino, recebe a notícia que sacudiu a Europa. O nosso cria, a joia lapidada em São Januário, Andrey Santos, está de casa nova. E que casa! O meio-campista de 22 anos chegou a um acordo para trocar o Chelsea pelo gigante Manchester United. A informação, cravada pelo portal The Athletic, do The New York Times, fala em números que fazem qualquer um arregalar os olhos.

Mas enquanto os cofres se agitam, o coração do torcedor que viu esse moleque brilhar com a Cruz de Malta no peito fica apertado. Será que nosso guerreiro está indo para o lugar certo?

A BOLADA QUE ASSUSTA E ORGULHA

Vamos aos fatos, porque contra números não há argumentos. A transferência do nosso Andrey foi fechada por uma fortuna: 56 milhões de euros, o que na nossa moeda sofrida dá a bagatela de R$ 329 milhões. Isso sem contar os possíveis bônus, que podem chegar a mais 2,4 milhões de euros (cerca de R$ 12 milhões).

É um valor que atesta a qualidade que nós, vascaínos, já conhecíamos desde cedo. Ver um jogador ‘Made in Vasco’ movimentar tanto dinheiro no mercado europeu enche a gente de orgulho e mostra a força da nossa base, o nosso maior patrimônio. O Chelsea, que o comprou de nós, agora passa o bastão para outro gigante inglês.

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O TEMIDO ‘CEMITÉRIO DE JOGADORES’

Aí é que o calo aperta. A notícia mal foi confirmada e as redes sociais explodiram, mas não de comemoração. A torcida, em geral, não engoliu a transferência. O motivo? O Manchester United ganhou a fama de ser um verdadeiro ‘cemitério de bons jogadores’. Um lugar onde talentos chegam com pompa e, em pouco tempo, somem.

Os comentários são de cortar o coração de quem torce pelo sucesso do garoto: “O clube que mais mata carreira de jovem talento brasileiro acaba de comprar mais um caixão. RIP Andrey, foi bom enquanto durou kkkk”, lamentou um torcedor. Outro já decretou o futuro: “Andrey foi pro cemitério de carreiras. Em 3 anos está em um Al Hilal da vida.”

Claro, há quem discorde, jogando a batata quente para o antigo clube do nosso cria: “Pra quem parou em 2024 é sim [um cemitério], o clube que se tornou cemitério de jogadores é o chelsea sem planejamento nenhum”. De qualquer forma, a preocupação é o sentimento geral. Ver um dos nossos em uma situação de risco mexe com os nervos de qualquer fiel do Gigante.

A JORNADA DO NOSSO GUERREIRO ATÉ AQUI

A carreira do Andrey é uma montanha-russa digna de um bom vascaíno. Após ser vendido pelo Vascão ao Chelsea, ele viveu um carrossel de empréstimos para ganhar experiência.

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  • De volta pra casa: Teve um breve e bem-vindo retorno ao nosso Vascão, onde mostrou mais uma vez seu valor.
  • O perrengue inglês: A passagem pelo Nottingham Forest foi apagada, um teste de fogo que ele superou.
  • A reviravolta na França: Foi no Strasbourg, da França, que a mágica aconteceu. Andrey reencontrou seu melhor futebol, chamou a atenção do mundo e garantiu seu retorno ao elenco principal do Chelsea.

As atuações foram tão boas que ele se tornou figurinha carimbada nas convocações de Carlo Ancelotti para a Seleção Brasileira no ciclo pré-Copa, embora tenha ficado de fora da lista final. Um detalhe que só prova o calibre do jogador que formamos.

O DESAFIO DE SUBSTITUIR UM ÍDOLO

Em Manchester, a missão de Andrey Santos não será pequena. Ele chega com a responsabilidade de preencher a lacuna deixada por ninguém menos que o veterano Casemiro, que partiu para o Inter Miami. Em vez de brigar por um lugar ao sol com Moisés Caicedo e Enzo Fernández no Chelsea, ele agora é a aposta para comandar o meio-campo do clube mais popular da Inglaterra.

Nosso cria, que tinha contrato com o time de Londres até junho de 2030, decidiu buscar novos ares. Uma aposta alta, corajosa, com a cara de quem foi forjado na raça vascaína.

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Agora, resta a nós, a torcida que nunca abandona, mandar boas energias. Que Andrey prove que o talento revelado em São Januário é grande demais para qualquer ‘cemitério’. Que ele mostre ao mundo a força de um verdadeiro Gigante da Colina. Estamos na torcida, garoto!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.