MEDO DO GIGANTE? Flamengo aciona agência para TENTAR MELAR a venda da SAF do Vascão!

Inacreditável! O rival da Gávea está tentando nos bastidores impedir a chegada de Lamacchia. Eles estão com medo do Gigante acordar? Entenda a jogada!

Presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista durante entrevista à Flamengo TV (Foto: Reprodução)

Parece piada, mas não é. Justo quando uma luz de esperança surge no fim do túnel para o nosso Vascão, o rival da Gávea resolve mostrar a sua verdadeira face. O Flamengo, em um ato que só pode ser descrito como desespero, acionou a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) para tentar impedir a negociação da nossa SAF com o empresário Marcos Lamacchia.

É isso mesmo que você leu, torcedor cruzmaltino. Eles estão com medo. Medo do Gigante da Colina se reerguer e voltar ao seu devido lugar de protagonista. A notícia, que caiu como uma bomba e foi divulgada primeiro pelo portal ‘Ge’, mostra que a preocupação do outro lado da poça vai muito além das quatro linhas.

O choro na agência reguladora

A manobra do time rubro-negro é clara: usar a burocracia para atrapalhar a vida do Vasco. Eles alegam que a compra da nossa SAF por Marcos Lamacchia pode ferir as regras sobre multipropriedade de clubes, previstas tanto no Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF) quanto na Lei Geral do Esporte.

Eles estão se apegando a qualquer fiapo de esperança para nos ver no chão. É o tipo de atitude que só pode vir de quem teme um adversário à sua altura. Em vez de se preocuparem com o próprio time, gastam energia tentando minar a reconstrução do Almirante.

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Entenda a ‘desculpa’ usada pelo rival

O argumento central do Flamengo gira em torno dos laços familiares de Marcos Lamacchia. Ele é filho de José Lamacchia, que por sua vez é o marido de Leila Pereira, a atual presidente do Palmeiras. José, inclusive, é apontado como o avalista financeiro da operação para comprar o futebol do Vascão.

Para o nosso rival, essa conexão familiar seria suficiente para caracterizar um conflito de interesses e o controle de mais de um clube pela mesma família, o que é vedado. É uma interpretação forçada, que busca pelo em ovo para prejudicar o Vasco, ignorando a independência e a seriedade da proposta que está na mesa.

Nos últimos dias, tanto Marcos quanto José Lamacchia deram entrevistas confirmando o interesse e a seriedade do projeto. Eles não esconderam nada, agiram com transparência. Mas, para alguns, a transparência parece incomodar mais do que a falta dela.

A Lei é clara, mas a intenção também

Para fundamentar o seu pedido desesperado, o Flamengo citou trechos específicos da legislação. Um deles é o artigo 86 do regulamento do SSF, que proíbe que “qualquer pessoa, física ou jurídica, detenha, direta ou indiretamente, controle ou influência significativa sobre mais de um clube”.

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O próprio regulamento define o que seria essa “influência significativa”: ter a capacidade de dirigir políticas, exercer vetos importantes, nomear administradores ou deter mais de 10% dos direitos de voto. Além disso, a regra considera, para essa análise, as participações do “cônjuge, companheiro(a) ou parentes até o segundo grau (pais, filhos, irmãos)”.

Eles também se apoiam na Lei Geral do Esporte, que em seu artigo 62, proíbe que uma pessoa com participação na administração de um clube tenha, ao mesmo tempo, participação em outro clube que dispute a mesma competição. A lei também é explícita ao estender essa vedação ao “cônjuge e aos parentes até o segundo grau”.

A lei existe, é fato. Mas a questão é a aplicação e, principalmente, a intenção por trás da denúncia. É uma preocupação genuína com a lisura do esporte ou uma tentativa de eliminar um concorrente que está prestes a se fortalecer? Para a torcida vascaína, a resposta parece óbvia.

Vasco já estava prestando contas

Um detalhe importante, que mostra o tamanho da cortina de fumaça, é que a ANRESF, por conta própria, já havia notificado o Vasco para prestar esclarecimentos sobre a negociação. Isso aconteceu ANTES da choradeira do Flamengo ser protocolada.

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O clube tem um prazo para responder ao órgão e apresentar todos os detalhes da transação, o que é um procedimento padrão e esperado em uma operação dessa magnitude. Ou seja, a agência já estava fazendo seu trabalho de fiscalização. A atitude do rival foi apenas para criar tumulto e jogar para a sua torcida.

Enquanto eles tentam nos parar nos bastidores, nós, o povo cruzmaltino, seguimos firmes. A luta do Vasco é histórica, dentro e fora de campo. Eles podem tentar criar barreiras, mas não vão conseguir parar a força de uma torcida que nunca abandona. O Gigante vai se levantar, queiram eles ou não. A pergunta que fica é: o cheirinho de desespero chegou à Gávea?

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.