DEU RUIM, VASCAÍNO! Cuesta, Brenner e Gómez no DM e Vascão em apuros antes de semana de ‘vida ou morte’!

O empate já foi amargo, mas a notícia que chega do DM é um soco no estômago. Cuesta, Brenner e Gómez viram dúvida para semana decisiva!

Brenner abriu o placar para o Vasco (Foto: Matheus Lima/Vasco)

O Soco no Estômago Pós-Bahia

Aquele empate com o Bahia no último domingo (9) já tinha deixado um gosto amargo na boca de todo vascaíno. Mas a verdadeira notícia ruim, aquela que tira o sono do torcedor, não veio do placar na Arena Fonte Nova. Veio direto do nosso sofrido departamento médico, que, para variar, está com as portas girando. Três peças fundamentais do time de Pedro Emanuel saíram baleadas: Cuesta, Brenner e Andrés Gómez. É de chorar.

Logo agora, na véspera de uma semana que pode definir nosso futuro na temporada, o Gigante da Colina recebe essa notícia. É inacreditável a nossa capacidade de atrair nuvens carregadas. Quando uma coisinha parece que vai engrenar, o universo vem e puxa nosso tapete. Mas somos Vasco, e se fosse fácil, não seria para nós.

A Situação de Cada Guerreiro: Um por Um

Vamos ao raio-x do desastre. A situação mais preocupante, sem dúvida, é a do nosso atacante Brenner. O cara sofreu uma pancada feia no dedão do pé esquerdo e nem conseguiu voltar para o segundo tempo. O pior? Nas palavras dele mesmo, ditas ao repórter André Gallindo, da TV Globo, no intervalo, ele “acha que quebrou” o dedo. Só de ler isso o coração do torcedor já gela.

Ele saiu da Arena Fonte Nova de chinelo, com o pé já sendo tratado, e no desembarque no Rio, mal conseguia caminhar. A gente reza para todos os santos que os exames mostrem só uma pancada forte, mas a imagem e o relato são de arrepiar. Perder um atacante agora seria um golpe duríssimo.

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Cuesta, o Xerife, Também Caiu

Como se não bastasse, nosso zagueiro Cuesta também pediu para sair no intervalo. O colombiano sentiu dores depois de se jogar na bola para impedir uma chance de gol do Luciano Juba, do Bahia. Atitude de guerreiro, de quem não tira o pé, mas que custou caro. Ele saiu de campo mancando, e a imagem já nos trouxe à memória os problemas físicos que ele enfrentou no início do ano.

É uma pena, porque o Cuesta vinha numa crescente, retomando a confiança e o nível de futebol que o fizeram um dos pilares da nossa defesa. Justo quando ele se consolidava novamente, vem mais essa. A zaga do Vascão, que já não é a mais segura do mundo, fica ainda mais exposta sem ele.

O Drama de Andrés Gómez: A Lesão que Veio do Aquecimento

Para fechar o trio de horrores, temos Andrés Gómez. O atacante colombiano nem sequer entrou em campo! Sentiu dores no pé esquerdo durante o aquecimento e foi cortado do time minutos antes da bola rolar em Salvador. A frustração é imensa, tanto para ele quanto para nós.

O mais irritante é que não é novidade. O mesmo problema já tinha aparecido depois do jogo contra o Fluminense, pela Copa do Brasil. Ele deixou o Maracanã mancando e reclamando de dores. Mesmo assim, foi relacionado para o jogo contra o Bahia. A comissão técnica achou melhor não arriscar, e fez bem. A boa notícia, se é que existe uma, é que a tendência é que ele não seja um desfalque certo para o próximo jogo. Mas a confiança fica abalada.

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Um Calendário Infernal pela Frente

E todo esse cenário caótico acontece justamente quando o Vascão tem pela frente dois jogos que são verdadeiras finais. Na quinta-feira (13), recebemos o Olimpia pela Copa Sul-Americana. É jogo de mata-mata continental, vale vaga, vale grana, vale a honra do Gigante.

Três dias depois, a batalha é contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro. Um confronto direto na luta para respirar fora da zona de rebaixamento. Não há tempo para chorar, não há tempo para recuperar ninguém. Pedro Emanuel terá que fazer mágica, administrar o cansaço de quem ficou e encontrar substitutos à altura para os que caíram em batalha.

E Agora, Vascão?

A pergunta que fica é: como vamos reagir? É na dificuldade que a raça vascaína costuma aparecer. É nesse tipo de situação que surgem os heróis improváveis. O momento é de fechar o grupo, de quem entrar dar a vida e honrar a Cruz de Malta no peito.

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Para o povo cruzmaltino, a missão é a de sempre: apoiar incondicionalmente. Seja em São Januário contra o Olimpia ou de longe contra o Santos, a nossa energia tem que chegar lá. Eles podem tentar nos derrubar, as lesões podem nos assombrar, mas este clube é imortal. Vamos para cima, Gigante! A semana é de vida ou morte, e nós nunca abandonamos.

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.