DO INFERNO AO CÉU! VASCO VIRA NO CHILE APÓS FALHA BIZARRA E ASSUME A PONTA!

Com raça e na superação! O Gigante sai atrás com gol contra bizarro, mas busca virada épica contra o Audax na Sula e se isola na liderança!

Isso é Vasco! Começar perdendo com um gol contra que faria qualquer um desligar a TV, para depois buscar uma virada na raça, no campo do adversário. A noite no Chile tinha tudo para ser um pesadelo, mas terminou com o Gigante da Colina mais líder do que nunca no Grupo G da Copa Sul-Americana. Uma vitória por 2 a 1 contra o Audax Italiano que lava a alma e mostra a força do nosso manto!

A gente sabe como é, torcedor cruzmaltino. Aquele frio na espinha, a mão na cabeça e o pensamento: ‘de novo não’. Mas o Vascão é gigante, e a noite que começou com uma falha inacreditável terminou em festa, com gols de Spinelli e do iluminado Matheus França. Uma vitória com a cara do Vasco: sofrida, guerreira e inesquecível.

A Comédia de Erros que Quase Nos Custou Caro

Mal deu tempo de ajeitar no sofá e o desastre aconteceu. Logo aos três minutos de jogo, um lance que vai para os anais do futebol bizarro. O zagueiro Saldivia, em um recuo de bola que parecia simples, viu o goleiro Fuzato simplesmente não dominar a bola. Ela passou mansa, como quem não quer nada, para o fundo das nossas redes. Um gol contra que doeu na alma.

O time sentiu. Como não sentir? O primeiro tempo foi um reflexo daquele erro: um time apático, nervoso, que via o Audax Italiano ter as melhores chances. Parecia que a noite seria longa e de muito sofrimento. Fuzato e Saldivia já estavam com a placa de vilões pendurada no pescoço. Mas isso é o Vasco, e a história sempre pode mudar.

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A Volta do Guerreiro: A Raça Vascaina Entra em Campo

O vestiário deve ter sacudido! O Gigante voltou para o segundo tempo com outra postura, com sangue nos olhos. O time passou a criar, a pressionar, a mostrar que estava vivo na partida. E a mudança de rumo veio dos pés de um jogador que personificou a raça vascaína: Paulo Henrique.

Aos 13 minutos da etapa final, o lateral arrancou do nosso campo de defesa como um touro. Deixou adversários para trás, avançou com uma velocidade impressionante e achou Marino. O cruzamento foi na medida para Spinelli, que, cara a cara com o goleiro, foi derrubado. Pênalti! A jogada foi tão decisiva que, após revisão do VAR, o árbitro Jhon Ospina expulsou o zagueiro Ortiz. Ali, o jogo virou de vez.

Spinelli de Gelo e França Iluminado: Os Heróis da Virada

Com um a mais e a chance de ouro nos pés, a responsabilidade era gigante. Spinelli foi para a bola. Bateu firme, com a convicção de quem sabia que não podia errar. A bola ainda flertou com o travessão antes de estufar as redes. 1 a 1! O empate incendiou o time do povo e abalou completamente a equipe chilena.

A virada era questão de tempo. E ela veio dos pés de quem saiu do banco para decidir. Matheus França, que já tinha entrado bem, mudando o ritmo do ataque, recebeu a bola pelo meio aos 25 minutos. Com a calma dos predestinados, tabelou com Nuno Moreira, invadiu a área e tocou com categoria para o fundo do gol. Era a virada! O gol da vitória, da liderança, da superação. Do desespero à glória em pouco mais de 20 minutos. Isso, meus amigos, é Vasco da Gama!

Ficha Técnica da Superação

  • Competição: Copa Sul-Americana – 4ª Rodada do Grupo G
  • Jogo: Audax Italiano 1 x 2 Vasco da Gama
  • Data e Horário: 6 de maio de 2026, às 19h (de Brasília)
  • Local: Estádio Bicentenario de La Florida, Chile
  • Árbitro: Jhon Ospina (COL)
  • VAR: Ricardo Garcia (COL)
  • Gols: Saldivia (contra, para o Audax); Spinelli e Matheus França (para o Vasco)
  • Cartões Amarelos: Collao, Ahumada (AUD); Saldivia, Barros, Piton, Matheus França (VAS)
  • Cartão Vermelho: Ortiz (AUD)

Escalações do Duelo

Audax Italiano

  • Tomás Ahumada;
  • Marcelo Ortiz, Ferrario e Esteban Matus;
  • Zenteno (Rojas), Daniel Piña, Sandoval (Cabral), Marco Collao (Diego Coelho);
  • Guajardo (Loyola), Michael Vadulli (Fuenzalida) e Giovanni Chiaverano.

Vasco da Gama

  • Daniel Fuzato;
  • Paulo Henrique, Saldivia, Lucas Freitas, Lucas Piton (Avellar);
  • Barros, JP (Ramon Rique) e Tchê Tchê (Matheus França);
  • Nuno Moreira…

No fim, a noite foi um resumo perfeito do que é ser vascaíno. Do desespero à glória em 90 minutos. Uma vitória que não vale só 3 pontos, vale moral, vale a liderança isolada e mostra que esse time tem raça para brigar. Que venham os próximos! Porque o Vasco é coisa séria!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.