NÃO DÁ MAIS! Saldivia faz o TERCEIRO gol contra no ano e torcida explode: ‘Não se ajuda!’

Em noite de decisão na Copa do Brasil, zagueiro chileno repete erro e joga um balde de água fria em São Januário. A paciência do povo cruzmaltino acabou.

Tem coisas que só acontecem com o Vasco…

Ah, meu amigo vascaíno… que noite em São Januário. Quando a gente pensa que vai ter um pingo de paz, o destino vem e nos lembra que ser torcedor do Gigante da Colina é um teste cardíaco diário. Em plena noite de decisão pela Copa do Brasil, contra o Paysandu, o que acontece? Um lance que já virou um pesadelo recorrente para o povo cruzmaltino.

A bola da vez, ou melhor, o vilão da vez, tem nome e sobrenome: Saldivia. De novo. Pela TERCEIRA vez só nesta temporada, nosso zagueiro chileno conseguiu a proeza de mandar a bola para o fundo da nossa própria rede. É de arrancar os cabelos! O placar marcava um tenso 2 a 2 no Caldeirão, e a gente precisando de tranquilidade, mas parece que alguns jogadores vestindo nossa camisa não colaboram.

O lance que tirou a torcida do sério

O relógio mal tinha avançado no segundo tempo. Uma bola cruzada na área, daquelas que a gente prende a respiração. O que se espera de um zagueiro? Um chutão pra longe, um cabeceio pra lateral, qualquer coisa! Mas não. Saldivia, na tentativa de afastar o perigo, acabou fazendo o “serviço completo” para o adversário e fuzilou o nosso goleiro Léo Jardim, que só pôde olhar a bola morrer no fundo do gol.

Imediatamente, as redes sociais e as arquibancadas de São Januário entraram em erupção. A paciência, que já não era muita, acabou de vez. A frase que resumiu o sentimento de todos nós foi uma só, repetida à exaustão: “ele não se ajuda”. E não se ajuda mesmo. Como pode um jogador profissional cometer o mesmo erro tantas vezes? É inacreditável.

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Um contexto complicado para o Gigante

O que mais dói é que esse gol contra acontece num momento crucial. O Vascão chegou para essa partida com uma vantagem excelente, construída com suor lá no Pará, onde vencemos por 2 a 0. Podíamos até perder por um gol de diferença. Mas com um jogador em campo que parece determinado a marcar contra, nenhuma vantagem é segura.

O técnico Renato Gaúcho, que tenta fazer o que pode com o elenco, apostou em rodar o time, pensando já no jogo contra o Internacional pelo Brasileirão. Por isso, escalou Thiago Mendes e Rojas, que estavam suspensos na outra competição. Uma boa estratégia, em tese. Mas que estratégia resiste a um “fogo amigo” dessa magnitude?

Para piorar, ainda estamos sem o lateral-esquerdo Cuiabano. O rapaz já voltou aos treinos, mas a comissão técnica, com toda a razão, está o preservando. Ele não entrou em campo contra o Paysandu. Faz falta, claro. Cada peça confiável é ouro para nós.

Não podemos vacilar: o adversário veio mordido

E que ninguém pense que o Paysandu veio a São Januário a passeio. Muito pelo contrário. Depois da derrota para o nosso Vascão no jogo de ida, em abril, o time deles se reergueu de forma impressionante. Foram cinco jogos e CINCO vitórias consecutivas, somando Série C e Copa Verde. O Papão chegou aqui como líder da terceira divisão, com a moral lá em cima.

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Isso só torna o erro do Saldivia ainda mais grave. Não estávamos jogando contra um time qualquer, mas contra um adversário em grande fase e que veio para o tudo ou nada. Dar um gol de presente para eles nessas condições é pedir para sofrer.

Ficha do Jogo: Vasco x Paysandu

Para quem não conseguiu acompanhar o início dessa batalha, aqui ficam os detalhes da partida:

  • Competição: Copa do Brasil, jogo de volta da 5ª fase
  • Data: Quarta-feira, 13 de novembro
  • Horário: 19h (horário de Brasília)
  • Local: Nosso Caldeirão, São Januário
  • Resultado da Ida: Vasco 2 x 0 Paysandu
  • Transmissão: Sportv (TV Fechada), GeTV (Youtube) e Premiere (Pay-per-view)

E agora, Vascão?

A classificação ainda é possível, a raça vascaína nunca morre. Mas fica a pergunta no ar: até quando vamos ter que conviver com falhas tão bizarras e recorrentes? O apoio da torcida é incondicional ao clube, ao manto sagrado. Mas a paciência com certas peças tem, sim, um limite.

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O Vasco é coisa séria, é a paixão de milhões. Esperamos que lá dentro do vestiário a cobrança seja tão grande quanto a nossa angústia aqui fora. E você, torcedor, o que acha? Depois de mais essa, ainda há lugar para Saldivia no time titular do Gigante?

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.