MISSÃO URGENTE! Vasco define as 3 tarefas do novo técnico e o plano para recuperar Brenner

Enquanto a diretoria corre para achar um novo comandante, as missões já estão na mesa: recuperar jogadores, gerir o vestiário e fazer o investimento valer a pena.

Jogadores do Vasco contra o Paysandu — Foto: André Durão

A Cadeira do Almirante Continua Vazia… e Urgente!

O elenco do Vascão se reapresentou nesta segunda-feira no CT Moacyr Barbosa, mas o principal homem, o comandante da barca, ainda não tem nome nem rosto. A diretoria do Gigante da Colina segue na busca frenética por um novo treinador após a saída de Renato Gaúcho, e a palavra de ordem em São Januário é URGÊNCIA. O tempo urge, a torcida se angustia, e as missões para o próximo professor já estão empilhadas na mesa.

Não pense que é uma escolha fácil, torcedor. A cúpula vascaína tem uma lista de nomes, alguns que já eram cotados antes mesmo da chegada de Renato em março, mas o consenso ainda é um artigo de luxo. Nenhum nome é unanimidade, o que mostra a dificuldade do momento. Mesmo assim, a decisão precisa ser rápida. O segundo semestre não vai esperar, e o novo técnico já vai chegar com uma lista de tarefas digna de Hércules.

Tarefa 1: Fazer o Investimento de R$ 100 Milhões Render

Vamos falar de grana. A diretoria abriu o cofre na última janela e investiu mais de R$ 100 milhões em seis contratações. Um dinheiro que, para a nossa realidade, é uma fortuna. E qual a avaliação interna? Que esse time pode e DEVE render muito mais. É inaceitável que um investimento dessa magnitude não dê o retorno esperado em campo.

A principal missão do novo comandante será justamente essa: potencializar esses reforços. Fazer com que cada centavo investido se traduza em raça, empenho e, claro, vitórias. Chega de jogador andando em campo! O novo técnico terá que extrair o máximo de cada um, justificar o investimento e mostrar que o Vasco não rasgou dinheiro.

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Tarefa 2: A Recuperação de Brenner, o Atacante de R$ 30 Milhões

Um dos casos mais simbólicos desse desafio é o do atacante Brenner. Contratado por uma cifra que gira em torno de R$ 30 milhões, o jogador ainda não mostrou a que veio. Mas, para a diretoria, desistir não é uma opção. O clube não quer se desfazer do atleta e aposta todas as ficas na sua recuperação durante a pausa para a Copa do Mundo.

Recuperar a confiança de Brenner é mais do que uma questão técnica; é uma questão de honra e de patrimônio do clube. O novo treinador terá o papel de psicólogo, de mentor, de pai. Terá que entender o que se passa na cabeça do jogador e encontrar a chave para destravar o futebol que sabemos que ele tem. A recuperação de Brenner é um projeto institucional e um teste de fogo para quem chegar.

Tarefa 3: Apagar o Incêndio no Vestiário e Abraçar os Gringos

Não é segredo para ninguém. A relação de parte do elenco com Renato Gaúcho já tinha azedado. Segundo apuração do portal ge, o desgaste era tão grande que foi um dos fatores que impulsionou a diretoria a optar pela mudança. Era fundamental uma troca de ares para a reapresentação do grupo. O ambiente precisava ser limpo.

E aqui entra uma missão crucial para o novo técnico: gestão de grupo. Especialmente com os nossos oito jogadores estrangeiros. Havia um incômodo geral com declarações recentes de Renato. O estopim, como todos lembram, foi quando ele, ao ser perguntado sobre o mau momento de Marino Hinestroza, soltou aquela pérola de que jogadores da Colômbia e do Equador têm muita dificuldade de adaptação ao Brasil. Uma generalização que pegou muito mal.

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O próximo comandante precisa ser um agregador. Alguém que entenda que o escudo do Vasco une nacionalidades, não as separa. Precisamos de um líder que consiga se comunicar e extrair o melhor de todos, seja ele brasileiro, argentino, colombiano ou de onde for. Chega de criar crises onde deveria haver solução.

O Relógio Não Para

Enquanto a diretoria quebra a cabeça para encontrar o nome certo, o tempo corre. A busca é por um nome que não apenas entenda de tática, mas que compreenda a alma vascaína. Alguém que saiba gerir egos, recuperar atletas e, acima de tudo, unir o grupo em torno de um único objetivo: honrar a camisa do Gigante da Colina. A torcida, como sempre, segue aqui, apoiando e cobrando. Que a escolha seja acertada, porque a nossa paciência tem limite, mas a nossa esperança, essa nunca morre. Vamos, Vascão!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.