SÚMULA DA VERGONHA! Árbitro acusa Felipe e Admar de xingamentos e até tentativa de agressão em São Januário

BOMBA EM SÃO JANUÁRIO! Súmula do jogo contra o Vitória expõe fúria de Felipe, Admar e comissão técnica contra arbitragem. Teve xingamento e até acusação de tentativa de agressão!

Súmula de Vasco x Vitória — Foto: Reprodução

A Vitória Foi na Raça, a Guerra Foi no Túnel

A torcida vascaína que foi a São Januário na última quarta-feira viu o que é ser Vasco. Com um a menos, na raça, na vontade, o Gigante da Colina bateu o Vitória por 1 a 0 e mostrou o espírito de Copa do Brasil. Mas o que aconteceu no gramado foi só metade da batalha. A outra metade, meu amigo, foi nos bastidores, e a súmula do árbitro Matheus Delgado Candançan chegou como uma bomba, expondo uma verdadeira guerra nos túneis do nosso Caldeirão.

O documento, que deveria ser um simples relato do jogo, virou uma peça de acusação. Segundo o juiz, o intervalo da partida, logo após a expulsão BIZARRA do nosso garoto Barros, foi palco de uma confusão generalizada. O árbitro relata que membros da comissão técnica e funcionários do Vascão, com o sangue fervendo como o de qualquer um de nós na arquibancada, partiram para cima da equipe de arbitragem com ofensas e até tentativas de agressão.

O Estopim da Revolta Cruzmaltina

Tudo começou, de acordo com o relato do apitador, quando o coordenador de performance do Vasco, Daniel Felix, abordou a arbitragem de forma “grosseira e ofensiva” a caminho do vestiário. Ele, como todos nós, questionava a expulsão absurda de Barros e, segundo a súmula, se postou no caminho para impedir a passagem dos árbitros. Atitude de quem não aceita ser prejudicado em casa!

A coisa esquentou de vez. Um funcionário, identificado no documento como segurança do clube, teria partido para cima da equipe de arbitragem aos xingamentos. A situação ficou tão tensa que, segundo o árbitro, foi preciso chamar o policiamento para conter o tumulto. É o Vasco contra tudo e contra todos, até mesmo dentro da nossa própria casa!

Publicidade

Felipe e Admar: As Vozes da Indignação

E quem mais estaria lá para defender nossas cores? Nossos ídolos e dirigentes. A súmula aponta o dedo diretamente para o nosso Maestro Felipe e para o diretor Admar Lopes. O documento atribui a Felipe a frase que ecoou no estádio inteiro: “Bateu na mão, c…!”. Uma verdade dita com a paixão de quem vive o Vasco.

Ainda segundo o relato, Nelcirio Franchin, nosso treinador de goleiros, também não se conteve e teria chamado o árbitro de “covarde, filho da p…”. É o desabafo de quem vê o trabalho de uma semana inteira ser ameaçado por uma arbitragem, no mínimo, questionável.

A Acusação Mais Grave: Tentativa de Soco

O ponto mais crítico do documento, no entanto, envolve novamente Nelcirio Franchin. O árbitro alega que, quando a equipe de arbitragem finalmente descia as escadas para o vestiário, o treinador de goleiros teria tentado desferir um soco contra o quarto árbitro. Segundo a súmula, Franchin foi contido pelo policiamento antes que o ato se consumasse.

É uma acusação séria, que com certeza vai render pano pra manga. Mas reflete o nível de indignação que tomou conta de São Januário após uma sucessão de erros contra o nosso time. A paciência do povo cruzmaltino tem limite.

Publicidade

“Um Lixo de Arbitragem!”: O Desabafo Continuou

Nem o apito final acalmou os ânimos. A perseguição, digo, a partida, acabou, mas a revolta, não. A súmula relata que, após o jogo, Felipe Loureiro encontrou o árbitro novamente e disparou: “O VAR te f…! Você vai ver que o VAR te f…!”. Pouco depois, foi a vez de Admar Lopes, nosso diretor, resumir o sentimento de milhões de vascaínos com uma frase curta e grossa: “Uma bosta! Um lixo de arbitragem!”.

Mais tarde, em um pronunciamento oficial, Admar Lopes detalhou a revolta do clube, e falou por todos nós. Ele lembrou o histórico ruim do árbitro em jogos do Vasco e classificou a expulsão de Barros como um “erro grotesco”.

“Há também uma falta do Spinelli na área, que seria um pênalti a favor do Vasco. E eu só peço reflexão por parte dos responsáveis da CBF pela arbitragem para que não escalem esse árbitro para jogos decisivos e importantes para o Vasco”, declarou o diretor, afirmando que o Gigante foi “muito prejudicado”, mas que, “contra tudo e contra todos”, conseguiu o resultado.

Publicidade

Essa súmula é a prova cabal do que a gente sente na pele. Tentam nos derrubar de todo jeito, mas não conseguem. A reação da nossa comissão técnica, embora explosiva, é a reação de quem defende o Vasco com unhas e dentes. Podem esperar punição, podem esperar o que for. Mas saibam que o Vasco é coisa séria e não vamos mais aceitar calados sermos operados dentro do nosso Caldeirão. A guerra está apenas começando.

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.