VANTAGEM NA SULA! Vasco encara rival punido pela Conmebol em estádio vazio!

O Gigante já sabe quem enfrenta na Sul-Americana! E o adversário colombiano vem com uma punição pesada que pode nos ajudar. Entenda o caso!

Acabou o mistério, torcida vascaína! O caminho do Gigante da Colina nos playoffs da Copa Sul-Americana está traçado. E se o futebol vive de histórias, a nossa começa com uma daquelas que só o continente sul-americano pode proporcionar. Nosso adversário será o Independiente Medellín, da Colômbia, mas a grande notícia não é essa. A bomba é: o jogo de ida, na casa deles, será com portões fechados! Isso mesmo, um estádio fantasma nos espera!

A definição veio nesta quinta-feira (28), e a Conmebol tratou de colocar um tempero especial no nosso destino. O adversário vem de uma punição pesadíssima por conta de uma confusão monumental de sua própria torcida. É o tipo de coisa que a gente olha e pensa: será um sinal? A sorte, que tantas vezes nos abandonou, resolveu dar as caras?

Adversário Definido: O Caminho do Vascão na Sula!

Primeiro, o básico. Não teve sorteio, não teve bolinha girando. Na repescagem da Sul-Americana, o cruzamento é técnico, na frieza dos números. O Vascão, que fez uma campanha sólida e se classificou como o terceiro melhor segundo colocado da fase de grupos da Sula, pegaria o sexto melhor terceiro colocado da Libertadores.

E quem deu o ar da desgraça (para eles) foi o Independiente Medellín. Os colombianos ficaram em terceiro no Grupo A da Libertadores, com sete pontos, atrás de Flamengo e Estudiantes. As datas para essa batalha já estão no nosso calendário: os jogos acontecem nas semanas dos dias 22 e 29 de julho. A primeira partida será na Colômbia, e a gente decide a vaga no nosso Caldeirão de São Januário. Mas o jogo de lá… ah, esse será diferente.

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O CAOS NA COLÔMBIA: Entenda a Punição que Favorece o Gigante

Aqui a história fica boa. No dia 21, a Conmebol bateu o martelo e não foi com pena. O Independiente Medellín foi punido com a obrigação de disputar seus próximos CINCO jogos como mandante em competições da entidade com os portões fechados. E adivinha quem estreia essa punição? Sim, o nosso Vascão!

Mas por que uma punição tão severa? Porque o que aconteceu no Estádio Atanasio Girardot foi uma cena de guerra, e curiosamente, contra o nosso maior rival aqui no Brasil, o Flamengo. A torcida colombiana simplesmente perdeu a cabeça e transformou o estádio em um pandemônio.

A Conmebol, além de fechar os portões, decretou um W.O. para os colombianos naquela partida contra os rubro-negros. Foi uma decisão exemplar para mostrar que a baderna não seria tolerada. E quem se beneficia diretamente disso, agora, somos nós.

Fogo, Invasão e a Faixa Macabra: O Dia que Parou Medellín

Para entender a dimensão da vantagem que caiu no nosso colo, é preciso voltar ao dia 7, na quarta rodada da Libertadores. O jogo entre Independiente Medellín e Flamengo mal tinha começado quando o inferno astral do time colombiano se materializou nas arquibancadas.

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Torcedores vestidos de preto, protestando contra a má fase do time, começaram o show de horrores. Arremessaram barreiras de metal no gramado, atearam FOGO em um setor da arquibancada e, como se não bastasse, invadiram o campo. O árbitro Jesús Valenzuela, sem ter o que fazer, mandou todo mundo de volta para o vestiário. A partida foi paralisada e nunca mais recomeçou.

Um jornalista chegou a ser atingido por um objeto. Nas arquibancadas, o clima era pesado, com uma faixa que dizia tudo: “Transformaram o campo em um cemitério”. Uma mensagem direta e assustadora.

Os alvos dos protestos eram muitos, mostrando o tamanho da crise deles:

  • Raúl Giraldo: O acionista majoritário do clube, principal alvo da ira.
  • Jogadores: Também não foram poupados das críticas.
  • Federação Colombiana, Conmebol e Fifa: Sobrou para todo mundo.

Vantagem ou Armadilha? A responsabilidade do Vasco é Gigante

Agora, a pergunta que não quer calar: e aí, Vascão? Jogar sem a pressão da torcida adversária, especialmente uma que se mostrou tão inflamada, é uma vantagem que não se pode medir. É o cenário perfeito para impor nosso jogo, ter tranquilidade e construir um resultado sólido para decidir em casa.

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Mas o futebol é traiçoeiro. Camisa não ganha jogo, e estádio vazio não garante gol. A ausência de torcida pode, por vezes, criar um ambiente apático que contagia até o time visitante. A responsabilidade do nosso time agora é triplicada. Não há desculpas. É preciso entrar em campo com a seriedade que a camisa do Vasco exige, com a raça vascaína que a gente tanto pede.

O Almirante tem uma oportunidade de ouro de dar um passo firme rumo às oitavas de final da Sul-Americana. O adversário está ferido, punido e em crise. Cabe a nós sermos cirúrgicos e aproveitar. Que o silêncio do Atanasio Girardot seja preenchido apenas pelo som da bola na rede a nosso favor. A torcida, mesmo de longe, estará empurrando. É hora de honrar o manto. Vasco é coisa séria!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.