NEM PENSAR! Vasco BATE O PÉ e recusa propostas por Hinestroza; entenda a decisão!

Vascão recebe sondagens de empréstimo pelo atacante Marino Hinestroza, mas bate o pé e recusa todas as propostas. Entenda a estratégia da diretoria!

Marino Hinestroza em ação pelo Vasco contra o Olimpia — Foto: Matheus Lima/Vasco

Diretoria Cruzmaltina fecha as portas para saída de Hinestroza

Atenção, torcida vascaína! Nos últimos dias, enquanto a gente rói as unhas esperando a janela de transferências salvar nosso semestre, o telefone da diretoria do Vascão não parou de tocar. O motivo? O nosso atacante colombiano, Marino Hinestroza. Segundo informações, choveram sondagens de clubes do exterior pelo jogador, todas apresentadas pelo seu empresário e no modelo de empréstimo.

E a resposta do Gigante da Colina? Um sonoro e retumbante “NÃO”. Isso mesmo. O Vasco recusou todas as investidas e deixou claro que, por enquanto, Hinestroza não vai a lugar nenhum. Uma decisão que pode parecer estranha para alguns, mas que tem uma lógica clara por trás, na visão de quem comanda o clube.

A Aposta na Adaptação: Por que o Vascão quer manter o colombiano?

A gente sabe, o povo cruzmaltino é impaciente por natureza, ainda mais com o time na situação que está. Mas a diretoria entende que o caso de Marino Hinestroza é de paciência. A avaliação interna é de que o jogador precisa de sequência e tempo para concluir seu processo de adaptação ao futebol brasileiro, que não é para qualquer um.

A verdade é que o atacante ainda não conseguiu mostrar nem um lampejo do futebol que o destacou no Atlético Nacional. Mandá-lo embora agora, especialmente por empréstimo para o exterior, não traria nenhuma vantagem. Nem esportiva, pois perderíamos uma peça do elenco, nem financeira, já que um empréstimo raramente enche os cofres como precisamos.

Publicidade

O diagnóstico é claro: o problema de Hinestroza é de confiança e da enorme expectativa que se criou. Em campo, a gente vê um jogador ansioso, que tenta resolver tudo de uma vez e acaba errando o simples. Ele precisa de calma, apoio e, principalmente, de um time mais bem organizado para que seu futebol possa finalmente florescer com a camisa do Almirante.

Um Começo Atropelado em São Januário

Para entender o presente de Hinestroza, é preciso olhar o passado. Anunciado em 27 de janeiro, sua trajetória no Vasco foi tudo menos tranquila. Ele desembarcou no Rio de Janeiro fora de forma física e, de cara, sentiu o baque com as metodologias de treinamento de Fernando Diniz no início de 2026, que exigem um nível atlético altíssimo.

Para piorar, o atleta não teve o tempo ideal de preparação. Ele foi a campo antes do que o departamento médico considerava ideal, uma pressa que nunca ajuda. E como se não bastasse, as infelizes declarações públicas de Renato sobre jogadores colombianos na época também não contribuíram em nada para a confiança do garoto, que tentava se encontrar em um novo país e em um novo clube.

É fato que ele não conseguiu replicar o que fez, sobretudo no primeiro semestre de 2025, com a camisa do Atlético Nacional. Até agora, foram 18 partidas pelo Vascão, sendo titular em apenas cinco. Números que mostram que ele ainda não se firmou, mas que também indicam que ele mal teve uma sequência de verdade para mostrar a que veio.

Publicidade

Reforços à Vista e o Futuro do Ataque Cruzmaltino

Apesar de segurar Hinestroza, a diretoria não está cega. Todos em São Januário sabem que o buraco é mais embaixo e que precisamos urgentemente de reforços para fugir desse maldito Z-4 do Brasileirão. A luta é diária. Enquanto tentam fechar a tão aguardada negociação por Deossa, o clube segue no mercado em busca de, no mínimo, um zagueiro, um centroavante e mais um atacante de lado.

Sim, mais um ponta! A ideia é aumentar a concorrência e o nível de um setor que hoje conta com Andrés Gómez, Nuno Moreira, Adson e o próprio Hinestroza. A diretoria acredita que o investimento no colombiano ainda pode dar retorno neste segundo semestre. A aposta é que, com mais confiança e um time mais forte ao seu redor, ele possa finalmente justificar a aposta.

É uma jogada de risco, como tudo no Vasco. Mas é uma demonstração de que não vão desistir fácil de um ativo do clube. Cabe a nós, fiéis do Gigante, esperar e torcer para que essa aposta se pague. E que se pague com gols e vitórias que nos tirem desse sufoco. Acreditamos na volta por cima, tanto do Vascão quanto de Hinestroza. Vamos subir!

Publicidade

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.