ATUAÇÕES DO VASCO: Spinelli e Barros são o retrato da derrota contra o Galo; veja a análise!

Noite de frustração para o Vascão! Enquanto alguns mostraram raça, a atuação de Spinelli e Barros afundou o time contra o Galo. Veja a análise completa!

Renato orienta jogadores do Vasco — Foto: André Durão

Um soco no estômago do torcedor vascaíno

Sabe aquela sensação de remar, remar e morrer na praia? Foi exatamente isso que o povo cruzmaltino sentiu mais uma vez. Em um jogo duro contra o Atlético-MG, pela 18ª Rodada do Brasileirão 2026, o Vasco da Gama mostrou lampejos de luta, mas foi sabotado por erros individuais grotescos. Não adianta, nação. Enquanto alguns vestem a camisa com a honra que ela merece, outros parecem carregar um peso que não aguentam.

A noite foi de frustração, e dois nomes, em especial, ficaram marcados negativamente: Spinelli e Barros. A atuação de ambos foi difícil de engolir e comprometeu diretamente o resultado. Vamos passar a limpo, jogador por jogador, quem suou sangue pelo Gigante e quem precisa urgentemente repensar sua vaga no time.

Os poucos que se salvaram na batalha

Em meio ao caos, alguns guerreiros mostraram por que vestem o manto sagrado. Vamos dar o crédito a quem merece.

  • Léo Jardim: Se não fosse ele, o placar poderia ter sido bem pior. Fez duas defesas importantes e, no gol de Vitor Hugo, foi vendido pelo sistema defensivo. Operou milagres e não teve culpa no cartório.
  • Zagueiro (sem nome divulgado): Mostrou a raça vascaína que a gente tanto pede. Numa recuperação espetacular em velocidade, travou um chute de Natanael que tinha endereço certo. Firme pelo chão, um ponto de segurança na defesa.
  • Meio-campista (sem nome divulgado): O motorzinho solitário. Correu por ele e pelos companheiros. Foi o homem que tentou fazer o time do Vascão andar para frente, mas ficou isolado, já que Barros e Rojas estavam em uma noite para esquecer. Lutou muito, mas pregar no deserto é difícil.
  • Atacante (sem nome divulgado): Pelo menos tentou. Aberto na ponta direita, não se escondeu do jogo, partiu pra cima da zaga do Galo e obrigou o goleiro Everson a fazer uma boa defesa. Pecou na hora de decidir, mas mostrou a atitude que faltou em outros.

A dupla do desastre: Barros e Spinelli

Agora, vamos falar do que doeu. É inacreditável como atuações tão apáticas podem acontecer em um clube como o Vasco. Barros e Spinelli foram os piores em campo, sem a menor sombra de dúvida.

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Barros teve um jogo para ser esquecido. Deu passes que não levaram a lugar nenhum e, para coroar a péssima noite, foi desarmado com uma facilidade irritante no lance que originou o escanteio do gol deles. Um erro primário que custou caro. Simplesmente inaceitável.

E o que dizer de Spinelli? É um mistério como o técnico Renato o manteve em campo até o final. O argentino parecia perdido. Teve muita dificuldade para fazer o básico, o pivô. Perdeu posses de bola fáceis, foi empurrado pelos zagueiros adversários e não contribuiu em absolutamente nada. Uma atuação que beirou o constrangedor.

Laterais sem mira e um meio-campo apagado

O problema não se resumiu à dupla. Nossos laterais, tanto Puma quanto o companheiro do outro lado, até chegaram à linha de fundo. E daí? Cruzaram todas as bolas na arquibancada, no gandula, em qualquer lugar, menos na cabeça de um atacante do Vasco. Faltou capricho, faltou qualidade.

No meio, Rojas começou bem, distribuindo bons passes, mas sumiu no jogo e foi substituído. Deixou seu parceiro de meio-campo lutando sozinho contra o time do Galo. Precisamos de mais constância dos nossos homens de criação. O Gigante da Colina não pode depender de 15 minutos de inspiração.

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As substituições de Renato não mudaram o cenário

Quando a coisa aperta, olhamos para o banco em busca de soluções. Mas ontem, não vieram. O técnico Renato tentou mudar o time, mas as alterações não surtiram o efeito desejado. Um dos que entraram até conseguiu superar a péssima atuação de Spinelli com um pivô e uma falta sofrida, mas foi pouco, muito pouco. O time melhorou discretamente, mas não o suficiente para buscar o empate.

Outro que entrou deu uma cabeçada perigosa logo de cara, enchendo a torcida de esperança, mas foi só um lampejo. Depois, sumiu. A verdade é dura, mas precisa ser dita: o Vasco parou de jogar depois de sentir o gol e não teve força, nem organização, para criar uma chance real de empatar. A manutenção de Spinelli em campo é um erro que fica na conta do treinador.

Agora, é juntar os cacos e seguir em frente. Mas certas atuações não podem mais ser toleradas. A torcida vascaína, que nunca abandona, merece mais raça, mais comprometimento e, principalmente, mais futebol. Vasco é coisa séria!

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Informações com base em reportagem do ge.globo.com.