REVELADO! Marido de Leila Pereira tentou comprar o Vasco da 777 às escondidas; veja o que melou o negócio!

Documentos na Justiça revelam o impensável: José Lamacchia, dono da Crefisa, se reuniu com a 777 para comprar o nosso Vascão dias antes da SAF ser retomada!

José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, ao lado de Pedrinho, presidente do Vasco (Foto: Reprodução/Instagram)

Atenção, torcida vascaína! Quando a gente acha que já viu de tudo nessa saga da SAF, uma nova bomba explode e chacoalha as estruturas de São Januário. Documentos judiciais, divulgados inicialmente pelo portal Ge, trouxeram à tona uma negociação secreta que poderia ter mudado tudo: José Roberto Lamacchia, ninguém menos que o dono da Crefisa e marido da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, se reuniu com a 777 Partners para discutir a compra do nosso Vascão!

Isso mesmo que você leu. Enquanto a gente sofria em campo e lutava nos bastidores para nos livrarmos da gestão desastrosa dos americanos, eles estavam, pelas nossas costas, tentando vender o nosso patrimônio. A revelação veio à tona da forma mais irônica possível: num processo de cobrança.

O escritório Campos Mello Advogados, que prestava serviços para a 777, entrou na Justiça para cobrar uma dívida de aproximadamente R$ 740 mil em honorários. E para provar o trabalho feito, anexou relatórios das atividades. Foi aí que o segredo veio à tona, para o desespero dos americanos e para a nossa perplexidade.

A Reunião Secreta e o Timing Bizarro

O mais revoltante, povo cruzmaltino, é o timing. Segundo os documentos, a reunião entre Lamacchia e a 777 Partners aconteceu apenas CINCO DIAS antes da decisão judicial que nos devolveu o controle do futebol! A liminar, que foi uma vitória do clube associativo, suspendeu o contrato com os gringos e marcou o início do fim da passagem deles por São Januário.

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Pensem nisso. A 777 já sentia a água batendo no pescoço e, numa última cartada desesperada, tentou passar o clube adiante para fazer caixa. Eles não estavam preocupados com o futuro do Gigante da Colina, com a nossa história ou com a nossa torcida. Era só mais um ativo a ser liquidado. Isso só prova, mais uma vez, o caráter dessa empresa que tanto mal fez ao nosso Almirante.

A reunião, segundo o escritório de advocacia, tinha um objetivo claro e direto: discutir a venda total da nossa SAF para o empresário. Um movimento que, se tivesse acontecido, teria nos colocado numa situação completamente nova e, convenhamos, muito estranha.

O ‘Fator Palmeiras’: Por Que o Negócio com o Pai Não Vingou

Aí vem a pergunta que não quer calar: por que a negociação com o dono da Crefisa não foi para frente? A resposta, segundo a apuração, tem nome e sobrenome: Leila Pereira. O fato de José Lamacchia ser casado com a presidente do nosso rival, o Palmeiras, foi um obstáculo gigantesco.

Imaginem o cenário. O Vasco, o time do povo, sendo controlado pelo marido da presidente de outro grande clube brasileiro. A situação geraria um conflito de interesses óbvio e abriria margem para todo tipo de questionamento e pressão. Seria uma posição insustentável para o nosso clube, que preza por sua independência e grandeza.

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Ainda bem que o bom senso (ou o medo do escândalo) prevaleceu. A ligação familiar foi um dos principais fatores que fizeram o negócio com José Lamacchia subir no telhado. O Gigante da Colina não pode e nunca será um ‘puxadinho’ ou um clube-satélite. Nossa história é muito maior que isso.

A Reviravolta: Agora, a Negociação é com o Filho!

Mas a história da família Lamacchia com o Vasco não terminou ali. Com a 777 fora de combate e o clube associativo de volta ao poder, um novo capítulo começou. As negociações foram retomadas, mas com outra pessoa: Marcos Lamacchia, filho de José Roberto e dono da empresa Blue Star.

Sim, a conversa mudou de pai para filho. Segundo as informações, as tratativas com Marcos Lamacchia evoluíram bastante nos últimos meses e são consideradas avançadas. É uma nova frente, uma nova possibilidade para o futuro da nossa SAF. O clube busca um parceiro sério, que entenda o que é o Vasco e que tenha capacidade de investimento para nos levar de volta ao topo.

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Ainda não há nada cravado. Existem pontos em discussão e a cautela é necessária, afinal, já sofremos demais com promessas vazias. A expectativa é que tenhamos um desfecho, seja ele positivo ou negativo, nos próximos meses. A torcida vascaína, que nunca abandona, segue de olho, esperando que, desta vez, o futuro do nosso Vascão seja colocado em mãos que realmente queiram ver o Gigante de pé novamente. Vamos, Vascão!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.