GALLARDO NO VASCO? Gigante avalia argentino e busca técnico ‘anti-Renato’!

SONHO POSSÍVEL? Vasco debate nome de Marcelo Gallardo e busca um comandante para gerir elenco de R$100 milhões e apagar crise deixada por Renato.

Último trabalho de Marcelo Gallardo foi no River Plate — Foto: Getty Images

O Vascão sonha alto: Marcelo Gallardo na pauta!

A cadeira de técnico do Vasco da Gama está mais quente que o asfalto do Rio ao meio-dia. E em meio à fumaça da saída de Renato Gaúcho, um nome de peso continental surge para, quem sabe, apagar o incêndio e trazer esperança ao povo cruzmaltino: Marcelo Gallardo. Sim, torcedor, você não leu errado. Segundo informações do portal Globo Esporte, o nome do lendário técnico argentino, multicampeão pelo River Plate, está sendo debatido internamente em São Januário.

Ainda não há proposta na mesa, vamos com calma. Por enquanto, é uma discussão, uma avaliação. Mas só o fato de um nome desse calibre ser cogitado já mostra que a diretoria entendeu a gravidade do momento. Gallardo está livre no mercado desde que deixou o River Plate em fevereiro, e o Gigante da Colina, que não é bobo, está de olho.

Não é a primeira vez que esse namoro acontece. Antes da chegada de Renato, em março, o clube já havia procurado o argentino. Naquela ocasião, ele tinha acabado de encerrar uma passagem sem o mesmo brilho no clube de Buenos Aires e preferiu tirar um tempo para descansar, não emendando um trabalho no outro. Será que agora o cenário mudou? A torcida vascaína, sofrida mas sempre fiel, acende uma vela e espera que sim.

A missão do novo comandante: recuperar um elenco de R$ 100 milhões

Quem chegar não vai encontrar moleza. A diretoria sabe disso, e a missão do novo comandante é clara como a luz do dia. A avaliação interna é que o Vascão precisa urgentemente de um técnico capaz de duas coisas: recuperar atletas que estão em baixa e, principalmente, extrair o máximo do potencial dos jogadores contratados na última janela.

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Vamos aos fatos: foram mais de R$ 100 milhões investidos em seis reforços. Uma grana pesada, um esforço gigantesco para montar um time competitivo. E o sentimento geral, da arquibancada à diretoria, é que esse elenco pode e DEVE render muito mais. Não podemos aceitar menos. Precisamos de um maestro que faça essa orquestra, que custou caro, finalmente tocar uma música bonita.

Chega de jogador bom atuando mal. Chega de ver nosso dinheiro investido não dar retorno em campo. O próximo técnico terá essa batata quente nas mãos, e a cobrança será imediata. A paciência do torcedor, convenhamos, já está no limite há muito tempo.

Um perfil claro: gestão de grupo e o fim da ‘panela’

A busca não é por qualquer nome. O Vasco procura um perfil muito específico, quase um ‘anti-Renato’. A ideia é trazer um treinador que seja, acima de tudo, um excelente gestor de grupo e de ambiente. Alguém que saiba unir o elenco e trabalhar bem com todos, especialmente com os estrangeiros.

E aqui tocamos num ponto nevrálgico. O elenco do Almirante conta com oito jogadores de fora do Brasil. Oito! E havia um incômodo crescente com as declarações recentes do antigo técnico. A gota d’água, que expôs uma ferida no vestiário, foi a fala sobre o momento ruim de Marino Hinestroza. Na ocasião, Renato afirmou que jogadores colombianos e equatorianos têm ‘muita dificuldade de adaptação’ ao nosso futebol.

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Uma declaração desastrosa, que generaliza e queima um atleta publicamente. Isso não é postura de um comandante do Gigante. Precisamos de alguém que agregue, que entenda as particularidades de cada um e que construa pontes, não muros. Alguém que fale a língua da bola, do respeito e da raça vascaína.

Outros nomes na lista, mas o foco é um só

Claro que Gallardo não é o único nome em uma lista que, segundo a apuração, é curta. Outro argentino, Hernán Crespo, ex-São Paulo e sem clube desde março, também é debatido. No entanto, seu nome não parece ter a mesma força que o de ‘Muñeco’ Gallardo. A diretoria também avalia técnicos que estão atualmente empregados, o que poderia dificultar as negociações.

Mas o senso de urgência é total. O Vasco não pode se dar ao luxo de esperar. Cada dia sem um comandante é um dia a menos de preparação, de ajuste, de recuperação. O campeonato não para, e o Gigante da Colina não pode ficar para trás.

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A escolha do próximo técnico vai definir o destino do nosso segundo semestre. Gallardo seria um sonho, uma aposta de grife para mudar o patamar do clube. Mas seja ele ou outro, o que o povo cruzmaltino exige é competência, trabalho sério e, acima de tudo, respeito pela nossa camisa. A diretoria tem a obrigação de acertar. Nós, os que nunca abandonaram, estaremos aqui, fiscalizando e apoiando. Porque Vasco é coisa séria.

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.