R$ 61 MILHÕES PARA ISSO? Ataque some, Vegetti faz falta e Vascão sofre com artilharia anêmica!

Saudade do artilheiro do Brasil? Hoje nosso goleador tem 6 gols e o Vascão amarga um dos piores ataques da Série A. A conta não fecha!

Spinelli se isolou na artilharia do Vasco em 2026 — Foto: Jaime Saldarriaga/AFP

Um Gol que Revela um Problema Gigante

A bola estufou a rede no empate em 2 a 2 contra o Independiente Medellín, e o nome do herói foi Spinelli. Com esse gol, ele se isolou na artilharia do Vasco em 2026. A notícia parece boa, mas o número revela a nossa triste realidade: são apenas seis gols. Seis! Com o segundo semestre rolando, é de doer na alma de qualquer vascaíno ver um número tão baixo para o nosso principal goleador.

A gente olha para trás, para 2025, e a saudade aperta. Naquela época, o ataque do Gigante da Colina metia medo. Tínhamos simplesmente o artilheiro do Brasil, o pirata Vegetti, que mandou 27 bolas para o fundo do barbante. E não era só ele! O garoto Rayan, cria nossa, marcou 20 vezes, e ainda tinha a classe de Coutinho para somar. Onde estão eles agora?

Saudade de um Artilheiro de Verdade

A realidade é dura: o trio que carregava nosso piano lá na frente se foi. Vegetti foi para o Cerro Porteño, Rayan para o Bournemouth na Inglaterra, e Coutinho rescindiu e está sem clube. Juntos, esses três monstros marcaram 58 dos 94 gols do Vascão em 2025. Isso representa absurdos 61,7% de todo o poder de fogo do time. Era outro patamar.

Para colocar o dedo na ferida, nesta mesma época no ano passado, o pirata Vegetti já tinha guardado 20 gols. Vinte! Hoje, nosso artilheiro tem seis. A diferença é brutal e explica muito do nosso sofrimento. O ataque, que já foi nosso orgulho, hoje é uma preocupação constante.

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Os números não mentem. Em 2026, o Cruzmaltino balançou as redes apenas 49 vezes. Sabe o que isso significa? Que somos o 7º pior ataque entre todos os times da Série A. E para piorar a situação, quem completa o pódio de artilheiros ao lado de Spinelli nem atacante é: o lateral Puma Rodríguez e o volante Thiago Mendes, ambos com cinco gols. Com todo respeito a eles, mas quando um lateral e um volante estão na briga pela artilharia, o sinal de alerta está gritando.

R$ 61 Milhões que Não Fazem Gol

A diretoria tentou. Pelo menos é o que dizem. Na primeira janela de transferências, o foco era o ataque. O resultado? Marino Hinestroza e Brenner chegaram ao clube. O custo dessa aposta foi altíssimo: cerca de R$ 61 milhões saíram dos cofres do Vasco. Uma fortuna que, até agora, não se converteu em gols.

O colombiano Hinestroza, coitado, parece que nem entrou em campo. Ele não tem NENHUMA participação em gol desde que vestiu nossa camisa sagrada. Zero. Enquanto isso, Brenner, que disputa posição com Spinelli, tem apenas três gols em 26 jogos. Três gols! O investimento milionário, por enquanto, é um fantasma que assombra São Januário.

A Conta Chegou: Z-4 Bate na Porta

Essa falta de pontaria e eficiência ofensiva tem um preço, e ele está sendo cobrado no Campeonato Brasileiro. O Almirante passou em branco nos últimos três jogos da competição. Três partidas inteiras sem a torcida poder gritar um mísero gol. O resultado é a posição que ninguém quer ver: estamos em 17º lugar, com 20 pontos, abrindo a temida zona de rebaixamento.

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Estamos a apenas um ponto do Grêmio, o primeiro time fora do Z-4. A situação é crítica, e não há mais espaço para vacilos. Cada jogo é uma final, cada ponto é ouro.

E a próxima batalha já tem data e hora. É um confronto direto, um jogo de seis pontos contra o Mirassol. A guerra será neste sábado, às 20h30 (horário de Brasília), e o palco é o nosso Caldeirão, São Januário. É hora de a torcida que nunca abandona jogar junto, empurrar o time e mostrar por que o Vasco é o time da virada. Chega de sofrer. É hora de vencer. Pra cima deles, Gigante!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.