PACTO NO VESTIÁRIO! Elenco do Vasco se fecha e manda recado: guerra total em 3 frentes!

Esqueça priorizar! Apuração revela pacto no vestiário do Gigante para lutar com força máxima nas 3 competições. Novas lideranças gringas surgem!

Jogadores do Vasco na partida contra o Vitória (Foto: Matheus Lima/Vasco)

Na arquibancada a gente sofre, grita, xinga e, no fim, sempre acredita. Mas e lá dentro? O que se passa na cabeça dos jogadores quando o Vascão está na situação que está no Brasileirão? A gente ouve de tudo: ‘tem que largar as copas’, ‘foca só em não cair’. Pois bem, torcedor, respire fundo. Uma apuração do portal Lance! trouxe uma notícia que soa como música para os nossos ouvidos sofridos: o papo lá dentro é outro. O elenco do Gigante da Colina está ‘fechado’ e fez um pacto: não vamos abrir mão de NADA!

Isso mesmo que você leu. A ordem no vestiário do Almirante é de guerra total, sem escolher batalha. A briga é para valer no Brasileirão, na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana. Acabou a conversa mole de ‘priorizar competição’. Enquanto alguns cornetas já jogavam a toalha nas copas, nossos guerreiros bateram no peito e decidiram que a camisa do Vasco é pesada demais para ser usada em ‘meio-gás’ em qualquer torneio.

A informação, que vem direto dos bastidores de São Januário, é um verdadeiro alento. Mesmo com a faca nos dentes para sair dessa situação incômoda na tabela do campeonato nacional, os jogadores entendem que têm força e elenco para brigar em todas as frentes. A mentalidade é de Vascão, é de quem não foge da luta.

AQUI É VASCO! O PESO DA CAMISA NOS MATA-MATAS

E tem mais, meu amigo vascaíno. A apuração do Lance! revelou algo que a gente, do lado de fora, já sentia no coração. Pessoas que acompanham o dia a dia do clube notaram uma mudança de postura nítida do time nos jogos de mata-mata. Parece que o espírito de decisão acende uma chama diferente nos nossos atletas.

Publicidade

A avaliação interna é clara: o elenco ‘sente a grandeza desses jogos’. É como se a adrenalina da partida única, do ‘perdeu, já era’, fizesse o time elevar o nível de competitividade e de atuação. É a raça vascaína que a gente tanto pede, que tanto ama, vindo à tona quando mais se precisa. É a prova de que, quando a camisa pesa, ela pesa a nosso favor.

SANGUE NOVO NA LIDERANÇA: OS GRINGOS QUE CHEGARAM PRA SOMAR

Um time não se faz só de 11 em campo. Se faz de liderança, de exemplo, de cobrança no vestiário. E se já contávamos com a experiência de gigantes como Thiago Mendes e a segurança de um paredão como Léo Jardim, novas vozes de comando estão surgindo para fortalecer o grupo.

E o mais interessante é que esse reforço na liderança vem de ‘gringos’ que entenderam rapidamente o que é ser Vasco. Um deles é o volante argentino Santiago Sosa. Recém-chegado, o ex-capitão do Racing já mostra a que veio. Segundo a apuração, enquanto se adapta ao modelo de jogo do nosso técnico Pedro Emanuel, Sosa vai assumindo, aos poucos, um papel de protagonismo pela postura fora das quatro linhas. É o tipo de jogador que não precisa da faixa de capitão no braço para ser um líder.

Outro nome que está chamando a atenção é o do zagueiro uruguaio Alan Saldivia. A história dele é a cara do Vasco: superação pura. O defensor perdeu espaço nos últimos meses, chegou a nem ser relacionado para algumas partidas, e muito se especulou sobre sua saída. Mas quem vê o dia a dia do clube, garante: a postura do cara é exemplar.

Publicidade

REVIRAVOLTA DO DESTINO E O FUTURO DE SALDIVIA

Saldivia é descrito internamente como um atleta de dedicação máxima nos treinos, comprometido com o trabalho e com um perfil de liderança que estava ali, esperando uma chance para florescer. É aquele jogador silencioso que trabalha mais que os outros, que inspira pelo exemplo.

E o destino, às vezes, escreve certo por linhas tortas. A permanência de Saldivia, que antes era dúvida, agora ganha muita força por um fator externo. O Vasco tinha no radar o zagueiro Diego Carlos, mas o jogador encaminhou sua transferência para o futebol italiano. Com essa porta fechada, o clube não deve mais ir ao mercado atrás de um defensor nesta janela.

O que isso significa? Significa que Alan Saldivia não é apenas um reserva, ele é uma opção real e valiosa para a nossa zaga. A ‘não-contratação’ de um jogador abriu a porta para a reafirmação de outro que já está em casa e demonstrou ter o espírito que queremos. É a chance que ele e a torcida esperavam.

Publicidade

Esse pacto, essa união e o surgimento de novas lideranças são o combustível que precisávamos. A situação ainda é difícil, ninguém está cego. Mas saber que nossos jogadores estão com sangue nos olhos para honrar o manto em todas as competições é o que nos faz acreditar. Se o elenco está fechado, a torcida vascaína, que nunca abandona, está mais fechada ainda com eles. Pra cima, Gigante!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.