LÉO JARDIM PAREDÃO! Goleiro fecha o gol e Vascão decide vaga milionária contra o Fluminense na quarta!

Nosso paredão Léo Jardim fez milagres e garantiu o empate. Agora é tudo ou nada na quarta-feira valendo R$ 4 milhões na Copa do Brasil! Vamos, Gigante!

John Kennedy é observado por Robert Renan ao tentar e finalização em Vasco x Fluminense LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

Um empate com sabor de batalha: decisão aberta na Copa do Brasil!

Na raça, na luta e, principalmente, nas mãos do nosso paredão Léo Jardim! O Vascão saiu do Maracanã neste sábado (1) com um empate morno de 0 a 0 contra o Fluminense, no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Pode não ter sido o placar dos sonhos, mas em um clássico onde o rival criou mais, sair sem sofrer gols e levar a decisão em aberto é para ser valorizado. O Gigante mostrou que tem alma e que a vaga será disputada no detalhe.

A verdade é que o jogo foi aquilo que o torcedor vascaíno já se acostumou: sofrido. Mas se tem uma coisa que aprendemos é a nunca desistir. E com um goleiro como Léo Jardim defendendo nossa meta, a esperança se multiplica. Ele foi o nome do jogo, o gigante dentro do Gigante da Colina.

Agora, a conta é simples. A batalha final será na próxima quarta-feira (5), novamente no Maracanã, às 21h30. Quem vencer, avança para as quartas de final e ainda bota no bolso uma bolada de R$ 4 milhões. Um novo empate, seja qual for o placar, leva a decisão para a marca da cal. Haja coração, amigo vascaíno!

Um primeiro tempo de milagres do nosso Santo Jardim

Quem assistiu ao primeiro tempo viu um filme repetido: o adversário com a bola, tentando pressionar, e o Vascão se segurando com unhas, dentes e as luvas milagrosas de Léo Jardim. O Fluminense teve as chances mais claras, e em todas elas, nosso camisa 1 se agigantou.

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Primeiro, Savarino recebeu de John Kennedy e soltou uma bomba. Parecia gol certo, mas Léo Jardim voou e espalmou de forma espetacular. Pouco depois, em outro contra-ataque, o uruguaio Canobbio invadiu a área e chutou cruzado, tirando tinta da nossa trave. Sorte de campeão? Não, competência de quem se defende com a vida.

O sofrimento não parou por aí. John Kennedy, sempre perigoso, tabelou com o mesmo Canobbio e finalizou para outra defesa monumental do nosso goleiro. Léo Jardim estava em um dia iluminado, um verdadeiro paredão protegendo a meta cruzmaltina. Em uma dividida, Canobbio ainda acertou nosso zagueiro Robert Renan, mostrando a rispidez do clássico.

E o nosso ataque? Tivemos UMA chance, mas que chance! Numa falha bizarra de Igor Rabello, a bola sobrou limpa para David. Ele partiu livre, na cara do goleiro Fábio… mas aí, meu amigo, a tomada de decisão pesou. Ele demorou uma eternidade e foi desarmado por Ignácio e Guilherme Arana. Uma oportunidade de ouro desperdiçada que poderia ter mudado a história do confronto.

Segunda etapa de sustos e uma chance perdida

Na volta do intervalo, o roteiro parecia o mesmo. O Fluminense voltou mais aceso e criou duas chances antes dos dez minutos. Primeiro, Canobbio, de novo ele, dominou na área e chutou todo torto para fora. Um alívio. Logo depois, John Kennedy recebeu de Lucho Acosta, deu um corte seco no nosso xerife Cuesta e chutou… em cima de quem? Dele, Léo Jardim! O homem estava intransponível.

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Mas o Gigante não estava morto! Mostramos poder de reação e quase abrimos o placar. Paulo Henrique fez um cruzamento na medida e Tchê Tchê, inteligentemente, se infiltrou na pequena área. Ele desviou de cabeça, mas a bola caprichosamente foi para fora. Foi por pouco, muito pouco! Era o gol que lavaria a alma do povo cruzmaltino.

Depois desse início mais agitado, o ritmo da partida caiu drasticamente. A partir dos 20 minutos, o que se viu foi um jogo truncado, de muita marcação e pouca inspiração. O reflexo disso veio das arquibancadas, que se silenciaram diante da falta de emoção em campo. O empate parecia se desenhar de forma inevitável.

Nem a entrada de Hulk mudou o placar

Na tentativa de buscar a vitória, nosso time ainda promoveu a entrada do atacante Hulk. A expectativa era de que sua força e seu chute pudessem resolver a parada, mas o jogo continuou amarrado. A defesa rival se fechou e as oportunidades não apareceram.

Nos acréscimos, Hulk até teve uma chance, quando recebeu a bola e chutou em cima da marcação, mas a arbitragem já havia paralisado o lance, assinalando impedimento. Não era o dia de a rede balançar, para nenhum dos lados. O 0 a 0 persistiu, um placar que, dadas as circunstâncias, não foi de todo ruim para o Almirante.

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Agenda cheia: os próximos desafios do Vascão

A vida do Gigante da Colina não para! A semana será decisiva e o calendário está apertado. É hora de focar totalmente na decisão e nos próximos compromissos importantes. Confere aí:

  • Fluminense (Fora): 05/08, 21h30 (de Brasília) – Copa do Brasil
  • Botafogo (Fora): 08/08, 21h (de Brasília) – Campeonato Brasileiro
  • Independiente Rivadavia (Casa): 11/08, 19h (de Brasília) – CONMEBOL Libertadores (transmissão ao vivo pela ESPN no plano premium do Disney+)

Agora é tudo ou nada! Vamos, Gigante!

A primeira parte da batalha foi travada. Não vencemos, mas também não perdemos. Graças a uma atuação de gala de Léo Jardim, estamos mais vivos do que nunca. Quarta-feira é guerra! É dia de mostrar a força da nossa camisa, a raça vascaína que nunca morre. A vaga e os R$ 4 milhões estão em jogo. Que cada jogador entre em campo sabendo o peso de vestir esse manto. Nós, da arquibancada, faremos nossa parte. Vasco é coisa séria e nós nunca abandonamos! Pra cima deles!

Informações com base em reportagem do www.espn.com.br.