ELEITO O CULPADO! Torcida do Vasco aponta Lucas Freitas após virada vexatória: ‘Nunca vi igual’

Virada dolorida no Paraguai! Vasco sai na frente, mas atuação desastrosa de Lucas Freitas custa a derrota por 3 a 1 para o Olimpia. Torcida não perdoa!

Um pesadelo no Defensores del Chaco

Tem noite que é noite, e tem noite que é um soco no estômago do torcedor vascaíno. A desta quarta-feira, meus amigos, foi uma dessas. Fomos ao Paraguai, com um time reserva, é verdade, mas com a cruz de malta no peito. E o que vimos foi uma virada dolorida, um 3 a 1 para o Olimpia que deixa marcas profundas, principalmente em um jogador: Lucas Freitas.

A torcida, que nunca abandona, mas que também sabe cobrar, foi para as redes sociais e não perdoou. O nome do zagueiro ecoou não por uma jogada de raça, mas como o principal responsável pela derrota na quinta rodada da Sul-Americana. E, sinceramente, assistindo ao jogo, fica difícil discordar.

Do céu ao inferno em 90 minutos

O primeiro tempo até que nos deu uma falsa esperança, aquela que o vascaíno conhece tão bem. O Olimpia, jogando em casa, veio para cima com tudo. Foram 14 finalizações deles contra apenas cinco nossas. A gente se segurando, apostando no contra-ataque, com o Marino até desperdiçando umas boas chances de calar o Defensores del Chaco mais cedo.

Sofremos pressão, o time paraguaio martelou, mas a nossa defesa parecia se segurar. E então, nos acréscimos, o milagre. Escanteio cobrado na medida por Nuno Moreira, e o capitão Carlos Cuesta sobe mais que todo mundo para testar para o fundo da rede. 1 a 0 Vascão! Fomos para o intervalo com a sensação de que, mesmo na dificuldade, a camisa pesa.

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Lucas Freitas: o protagonista da derrocada

Ah, o segundo tempo… O que era para ser a consolidação de uma vitória heroica se transformou em um filme de terror. Com a vantagem, os espaços apareceram. O Gigante da Colina tinha a faca e o queijo na mão para matar o jogo nos contra-ataques, mas pecava na hora de concluir. A velha máxima do futebol não falha: quem não faz, leva.

E levamos. O castigo veio pelo alto. Após cobrança de escanteio de Quintana, Mateo Gamarra subiu. E quem deveria subir com ele? Sim, ele mesmo, Lucas Freitas. O zagueiro do Olimpia venceu a disputa no ar e empatou a partida. Foi o começo do fim. A partir dali, o que se viu foi um show de horrores do nosso defensor.

A torcida, que assistia incrédula, explodiu. Nas redes sociais, a pergunta era uma só: como esse jogador ainda tem vaga no Vasco? As críticas foram pesadas, diretas. Não era só pelo gol de empate. O zagueiro ainda tomou um baile de pressão no terceiro gol, marcado por Sebastián Ferreira, que selou o placar de 3 a 1. Antes disso, Sandoval já havia virado o jogo para os paraguaios.

Um recado para o elenco: Vasco é coisa séria!

É duro apontar o dedo para um jogador, mas a atuação de Lucas Freitas foi daquelas que entram para a história negativa. Falhas sucessivas, em momentos cruciais. Nunca vi, em muito tempo, uma atuação individual tão desastrosa e que custasse tão caro. A torcida não perdoa, e com razão.

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Claro, o time como um todo pecou ao desperdiçar as chances de ampliar o placar. O próprio Marino, que poderia ter aberto o placar no primeiro tempo, irritou parte dos torcedores. Mas a fragilidade demonstrada por Freitas nos gols foi a gota d’água. Foi um convite para o adversário virar o jogo.

Perder para o Olimpia no Paraguai com um time misto não é o fim do mundo. Mas a forma como perdemos, com erros tão primários, é inaceitável. Que essa derrota sirva de lição. Vestir a camisa do Vasco é uma responsabilidade imensa. É preciso ter raça, técnica e, acima de tudo, respeito pelo povo cruzmaltino que sofre e apoia. Alguns jogadores em campo ontem parecem não ter entendido isso ainda.

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.