O Recado Foi Dado: Ou Volta o Pedrinho, ou Nada Feito!
A novela da nossa SAF ganhou um capítulo explosivo, Nação Cruzmaltina! Depois do silêncio ensurdecedor, Marcos Lamacchia, filho do dono da Crefisa e o homem que negocia a compra de 90% do nosso futebol, finalmente falou. E não foi pra passar pano! Em entrevista ao jornal “O Globo”, o empresário mandou o recado direto, sem firulas: a venda só acontece se o nosso presidente e ídolo, Pedrinho, voltar ao poder.
É isso mesmo que você leu. A condição é clara. Enquanto a justiça mantém nosso presidente afastado desde o dia 23 de maio, a grana da Crefisa não entra. Para Marcos Lamacchia, a negociação, que se arrasta por quase dois anos, já está fechada na cabeça dele. O que impede o final feliz? Segundo ele, uma “turma que quer derrubar o Pedrinho”.
‘Turma do Tumulto’ e ‘Interesses Pessoais’
Lamacchia não mediu palavras para descrever o caos nos bastidores. Ele apontou o dedo para ex-aliados de Pedrinho, que foram afastados do processo e agora, segundo o empresário, estão criando um inferno para melar o negócio. É de torcedor para torcedor: a gente sabe bem como funciona essa política suja.
Nas palavras do próprio Lamacchia: “Falta (para concluir a venda) essa turma que quer derrubar o Pedrinho parar de tumultuar. Eles têm muitos interesses pessoais. […] Tivemos conversas intensas, idas e vindas de contrato há quase 2 anos, mas estão tentando desqualificar a negociação, inventando histórias e narrativas para colocar em xeque a credibilidade de quem sempre foi correto do lado do Vasco.”
Ele ainda disse que mais de 10 pessoas do lado do Vasco participaram das conversas, inclusive os que hoje “tumultuam”. E a ironia? Os únicos que teriam feito “pedidos pessoais” foram justamente os que agora entraram na justiça pedindo transparência. É de cair o queixo!
Justiça e Interventora ‘Induzidas ao Erro’
O empresário também comentou a renúncia da interventora judicial, Samantha Mendes Longo, que largou o osso nesta terça-feira. Na visão de Lamacchia, a saída dela escancara a manobra política.
“Ficou claro que a intervenção não era necessária. Que foi uma manobra, e o Judiciário e a própria interventora foram induzidos ao erro”, afirmou, citando uma suposta ligação da intervenção com Silvio Almeida (ex-vice de finanças). Ele foi taxativo: “A trama para conturbar e interromper o negócio ficou escancarada. Ninguém engana todo mundo o tempo todo.”
A interventora, que alegou problemas de segurança pessoal para sair, teria produzido um “relatório relâmpago” que, segundo Lamacchia, comprovou a ausência de irregularidades na gestão de Pedrinho. Com a saída dela, ele acredita que “o castelo de cartas dessa turma desmoronou de vez”. O recado para a Justiça é direto: é hora de corrigir esse “erro histórico” que só serve para atrasar a vida do Gigante da Colina, com contratações paradas e incerteza para os credores.
E a Leila do Palmeiras? Nada a Ver!
Em meio a tanta fofoca e especulação, Marcos Lamacchia fez questão de botar um ponto final em um dos boatos que mais irritava a torcida vascaína. Ele negou com todas as letras qualquer tipo de envolvimento de Leila Pereira, presidente do nosso rival Palmeiras e esposa de seu pai, no negócio com o Vascão.
“Mais do que isso, a esposa do meu pai não tem absolutamente nada a ver com isso. Ela faz um grande trabalho. Me inspira muito, mas meu objet…”, disse ele, deixando claro que a operação é um projeto dele, com seu pai, José Lamacchia, entrando como avalista para garantir os pagamentos das dívidas e da recuperação judicial.
E Agora, Gigante?
A situação é essa, meu amigo vascaíno. Estamos no meio de uma guerra de poder que paralisa o clube. O homem com o dinheiro na mão deu o papo reto: sem o nosso ídolo no comando, a caneta não assina. A bola agora está com a Justiça e com esses grupos políticos que, segundo o potencial comprador, só pensam em si mesmos. Enquanto isso, nós, os que nunca abandonaram, seguimos aqui, na arquibancada da vida, torcendo para que o Vasco, o nosso Vascão, saia dessa mais forte. Porque Vasco é coisa séria, e não palco para vaidade de ninguém.
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.